Aguada de Baixo: Rui Pinho está optimista para o resto do mandato
Rui Pinho substituiu, recentemente, Paulo Alves (abraçou um novo projecto profissional em Angola) na presidência da Junta de Freguesia de Aguada de Baixo e encara o novo desafio com “orgulho, carinho e enorme sentido de responsabilidade”.
O novo presidente da Junta de Freguesia, de momento, mostra-se preocupado com o “atraso da revisão do PDM, as obras do IC2, a insegurança e êxodo dos mais jovens”. SP: Como é que encara a sua subida à presidência da Junta de Freguesia? RP: De forma inesperada, visto termos partido com o firme propósito de chegarmos até ao fim do mandato juntos e com um projecto comum. Mas a vida por vezes obriga-nos a ter que tomar algumas decisões, e assim teve que fazer o nosso amigo Paulo Alves. Foi uma decisão muito difícil para ele, mas teve o nosso apoio. No entanto, embora distante, ele continua connosco e trocamos ideias diariamente. A equipa continua coesa, agora com mais um elemento, que veio acrescentar mais valia. Em relação à presidência, encaro-a com orgulho, carinho e enorme sentido de responsabilidade. SP: Quais são os grandes propósitos para os escassos meses que restam deste mandato? RP: Levar por diante e concluir todo o projecto que delineámos. Umas obras estão a avançar a bom ritmo, como é o caso da zona envolvente ao Parque de Campismo e Pavilhão da ARCA, em Aguadela, e as obras e iluminação no cemitério. Em breve, iniciaremos a remodelação do Pólo Educativo e a valorização urbanística e regularização de estacionamento na avenida José Augusto Rodrigues Seabra.
INSEGURANÇA É PREOCUPANTE
SP: Com que maiores preocupações se debate Aguada de Baixo nos dias de hoje? RP: O atraso da revisão do PDM, o avanço das obras do IC2 e, essencialmente, a insegurança e êxodo dos mais jovens. SP: A Lista Independente de Aguada de Baixo voltará a apresentar-se nas eleições? RP: Tenho a forte convicção de que este é o melhor caminho para continuar a defender, de uma forma mais coesa, os interesses da freguesia. SP: Está disponível para liderar uma candidatura à presidência da Junta nas autárquicas deste ano? RP: É extemporâneo responder a essa questão. Se tiver que a equacionar, a seu tempo analisarei. A ser confrontado com ela, entre outros, há alguns factores que ponderariam na decisão, nomeadamente, o espírito que esteve subjacente à actual candidatura, os apoios, a família e, finalmente, a empresa de que faço parte.
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