CULTURA
Manuel Alegre lança novo livro de poemas inéditos
11 de fevereiro de 2026Manuel Alegre surpreende os leitores com a publicação de “Balada do Corsário dos Sete Mares”, uma coletânea de poemas inéditos que chegou às livrarias esta terça-feira, dia 10.
A obra reúne criações recentes do autor, abordando temas da atualidade e refletindo sobre a própria natureza da poesia.
Dividido em oito partes, o livro percorre temáticas variadas, incluindo reflexões sobre conflitos contemporâneos como os da Ucrânia e Gaza, mantendo uma das constantes da poética de Manuel Alegre: a meditação sobre o próprio poema e sobre a arte da poesia. O volume encerra com quatro baladas em redondilha maior, remetendo aos primeiros livros do poeta, como Praça da Canção e O Canto e as Armas.
Reconhecido pela crítica, Manuel Alegre é considerado por Vítor Manuel Aguiar e Silva como um poeta cuja obra constitui “reflexão e meditação sobre o homem, a vida, a morte, a história, Deus e o mistério da própria poesia”. Para Vasco Graça Moura, os seus versos combinam “profundas meditações sobre o sentido da vida, do destino e da morte” com alguns dos mais belos poemas de amor do nosso tempo. Já Mário Cláudio destaca a voz de Alegre como um destino que “consagra os artefactos da alta poesia”.
Leia o artigo completo na edição n.º 9415 de Soberania do Povo, impressa ou digital
A obra reúne criações recentes do autor, abordando temas da atualidade e refletindo sobre a própria natureza da poesia.
Dividido em oito partes, o livro percorre temáticas variadas, incluindo reflexões sobre conflitos contemporâneos como os da Ucrânia e Gaza, mantendo uma das constantes da poética de Manuel Alegre: a meditação sobre o próprio poema e sobre a arte da poesia. O volume encerra com quatro baladas em redondilha maior, remetendo aos primeiros livros do poeta, como Praça da Canção e O Canto e as Armas.
Reconhecido pela crítica, Manuel Alegre é considerado por Vítor Manuel Aguiar e Silva como um poeta cuja obra constitui “reflexão e meditação sobre o homem, a vida, a morte, a história, Deus e o mistério da própria poesia”. Para Vasco Graça Moura, os seus versos combinam “profundas meditações sobre o sentido da vida, do destino e da morte” com alguns dos mais belos poemas de amor do nosso tempo. Já Mário Cláudio destaca a voz de Alegre como um destino que “consagra os artefactos da alta poesia”.
Leia o artigo completo na edição n.º 9415 de Soberania do Povo, impressa ou digital

