Luis Gonzaga Grego
CONGREGAR VONTADES EM TORNO DE ÁGUEDA. 2026.
07 de janeiro de 2026Nos meus textos partilho a visão própria sobre as pessoas, as instituições, os acontecimentos de um modo tão intimista quanto possível. Dou a conhecer afectos e simpatias mas também confronto ideias outras, atitudes, posturas no espaço público.
Gostava de escrever tal como falo, aproximar a escrita da oralidade. Gosto de Águeda. Amo esta terra como se nela tivesse nascido.
Na família e nos amigos tenho gente que me ensinou a ser solidário, a dar a mão, a tomar partido por imperativo de consciência, a ser justo, mas também a levantar a voz quando é preciso.
Gosto de gente imperfeita, como eu próprio.
Não viro a cara à luta, tenho memória, nunca manipulei o rebanho. Desde muito novo que procurei estar do lado certo, ter razão.
Os meus amigos leitores não têm que acreditar naquilo que escrevo mas têm a certeza que foi escrito com sinceridade e sentimento.
Sou um homem livre. Escrevo crónicas de opinião. A minha opinião.
Os últimos cento e cinquenta anos estão guardados na Soberania do Povo. Há um legado à comunidade que não é reconhecido por esta.
Não valorizamos aquilo que é nosso, um activo como é este de ser o semanário mais antigo de Portugal.
E uma má gestão do capital simbólico. Não nos podemos permitir este desperdício. Já dizia Jesus nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
O Cancioneiro de Águeda leva aos quatro cantos do mundo a riqueza do folclore da região. Mantém viva a memória porque registou danças, cantares e trajes e os preservou.
O Orfeão de Águeda cujos Grupo Coral e Grupo de Teatro têm uma qualidade ímpar no plano nacional, foram desde sempre uma luz viva na cultura, uma associação de virtudes de boas vontades.
O Recreio de Águeda que tarda em cumprir o seu papel aglutinador no concelho, tem um passado, uma história que devem convocar todos os aguedenses num projecto para o futebol.
O Ginásio Clube de Águeda quase centenário, cuja actividade teve um salto qualitativo enorme pela acção do sócio Guilherme Guerra, continua a sua missão. O Motorismo é agora o expoente do Clube, levando o nome da cidade a todo o mundo.
As bandas filarmónicas, Marcial de Fermentelos, Alvarense, Banda Nova de Fermentelos, Associação Recreativa e Cultural Castanheirense e a Orquestra Filarmónica 12 de Abril cultivam na população o gosto e a paixão pela música e permitem a muitos jovens conciliar uma vocação com um trabalho efectivo.
Cumprir Águeda é convocar a Soberania do Povo para as cerimónias e dar voz a quem fala por Águeda há quase cento e cinquenta anos.
Cumprir Águeda é ir ao encontro das colectividades que mantêm vivas a cultura e o desporto.
Só com uma identidade, com uma alma, preservando o passado, podemos ter futuro.
Cumprir Águeda é pensar o mundo de hoje também. Já não se pensa no Verão sem o AgitÁgueda. O Natal em Águeda é diferente. O Centro de Interpretação do Rio é um sinal de modernidade. Congregar vontades em torno de Águeda. Uma opção vencedora.
Gostava de escrever tal como falo, aproximar a escrita da oralidade. Gosto de Águeda. Amo esta terra como se nela tivesse nascido.
Na família e nos amigos tenho gente que me ensinou a ser solidário, a dar a mão, a tomar partido por imperativo de consciência, a ser justo, mas também a levantar a voz quando é preciso.
Gosto de gente imperfeita, como eu próprio.
Não viro a cara à luta, tenho memória, nunca manipulei o rebanho. Desde muito novo que procurei estar do lado certo, ter razão.
Os meus amigos leitores não têm que acreditar naquilo que escrevo mas têm a certeza que foi escrito com sinceridade e sentimento.
Sou um homem livre. Escrevo crónicas de opinião. A minha opinião.
Os últimos cento e cinquenta anos estão guardados na Soberania do Povo. Há um legado à comunidade que não é reconhecido por esta.
Não valorizamos aquilo que é nosso, um activo como é este de ser o semanário mais antigo de Portugal.
E uma má gestão do capital simbólico. Não nos podemos permitir este desperdício. Já dizia Jesus nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
O Cancioneiro de Águeda leva aos quatro cantos do mundo a riqueza do folclore da região. Mantém viva a memória porque registou danças, cantares e trajes e os preservou.
O Orfeão de Águeda cujos Grupo Coral e Grupo de Teatro têm uma qualidade ímpar no plano nacional, foram desde sempre uma luz viva na cultura, uma associação de virtudes de boas vontades.
O Recreio de Águeda que tarda em cumprir o seu papel aglutinador no concelho, tem um passado, uma história que devem convocar todos os aguedenses num projecto para o futebol.
O Ginásio Clube de Águeda quase centenário, cuja actividade teve um salto qualitativo enorme pela acção do sócio Guilherme Guerra, continua a sua missão. O Motorismo é agora o expoente do Clube, levando o nome da cidade a todo o mundo.
As bandas filarmónicas, Marcial de Fermentelos, Alvarense, Banda Nova de Fermentelos, Associação Recreativa e Cultural Castanheirense e a Orquestra Filarmónica 12 de Abril cultivam na população o gosto e a paixão pela música e permitem a muitos jovens conciliar uma vocação com um trabalho efectivo.
Cumprir Águeda é convocar a Soberania do Povo para as cerimónias e dar voz a quem fala por Águeda há quase cento e cinquenta anos.
Cumprir Águeda é ir ao encontro das colectividades que mantêm vivas a cultura e o desporto.
Só com uma identidade, com uma alma, preservando o passado, podemos ter futuro.
Cumprir Águeda é pensar o mundo de hoje também. Já não se pensa no Verão sem o AgitÁgueda. O Natal em Águeda é diferente. O Centro de Interpretação do Rio é um sinal de modernidade. Congregar vontades em torno de Águeda. Uma opção vencedora.

