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POLITICA

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ÁGUEDA | Preocupação dos munícipes motiva boa participação cívica

2019-10-02 08:43:36

Foto SP

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ÁGUEDA | Preocupação dos munícipes motiva boa participação cívica

A primeira parte da sessão 4ª sessão ordinária da Assembleia Municipal de Águeda, realizada na sexta-feira, 27 de Setembro, foi rica na intervenção de munícipes.

Dina Duarte (Trofa, Segadães e Lamas do Vouga) fez uma detalhada análise crítica do estado do município, constatando que "uma cidade que não ouve os seus cidadãos, nunca pode ser inteligente".
Fernanda Melo (Travassô e Óis da Ribeira) lamentou a falta de fibra óptica na freguesia e uma "cratera a céu aberto na Travessa Joaquim Torres", que "mete medo".
Cláudia Afonso (Bloco de Esquerda) alertou para a importância do "património vegetal" do município e sugeriu a criação de "uma área dedicada às questões ambientais no site da Câmara Municipal".
Ângelo Reis (Recardães e Espinhel) aludiu a uma série de problemas na sua área de residência - animais abandonados, caminhos destruídos, Centro de Compostagem com má imagem, falta de manutenção da iluminação pública, semáforo intermitente em cruzamento do Raso de Paredes à saída da Pecol.
Miguel Bouça (Águeda e Borralha) mostrou-se "apreensivo" com a intervenção que se pretende efectuar no Parque Municipal de Alta Vila.
Ilda Tavares (Vale Grande), manifestou descontentamento pelo licenciamento de um pavilhão em plena zona residencial (a um quilómetro do Parque Empresarial do Casarão), que, disse, "está a laborar 24 horas por dia" e que tem causado "barulhos, cheiros terríveis e irritação das vias respiratórias".
O presidente do município respondeu individualmente a cada um dos munícipes e no que toca aos assuntos mais sensíveis referiu que o buraco na "rua secundária" de Travassô é uma "situação complicada e complexa"; admitiu que os cães vadios em Recardães e Espinhel "já fizeram estragos grandes"; e que a autarquia já recebeu "denúncias" sobre a laboração do pavilhão na zona residencial do Casarão e que a Câmara está "à espera de outras entidades como a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)".
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