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Padre Manuel Armando

ERA UMA VEZ | Padre Manuel Armando | A História contará a verdade

2020-06-24 07:40:04

FOTO SP

ERA UMA VEZ | Padre Manuel Armando | A História contará a verdade

Um dia – com pena de não podermos partilhar pessoalmente – os Anais da História Universal hão de contar coisas do nosso hoje, desvanecendo quaisquer dúvidas e, talvez, desvendando toda a verdade.
Este é o tempo presente em que se vão desenrolando as tais coisas: - os acontecimentos e suas programações, os meios utilizados para se atingirem determinados fins, as pessoas implicadas nos diversos empreendimentos, os métodos profusamente usados, os sectores abrangidos ou os resultados esperados e obtidos.
Neste caminho percorrido, muitas são as pessoas postas à margem ou mesmo banidas linearmente desta sociedade de consumo político, económico e social em que proliferam interesses de pequenos ou grandes grupos que não olham a modos para alcançarem patamares que servirão àqueles que espezinham continuamente os mais débeis, desprotegidos e sem força para ombrear com quem quer que seja, perante as dificuldades e, muito menos, vencê-las.
A sociedade evoluiu ou resvalou sobre os carris do dinheiro, continuando a atropelar todos os miseráveis que, nalgum momento, ousem postar-se à frente dos corifeus de todas as metamorfoses. Serão, sem dó nem piedade, trucidados.
Os contravalores morais e sociais foram ou vão sendo propostos para aprovação, mas nem sempre encontram o eco desejado da parte de todas as vontades, para uma aceitação global. Apesar de tudo, há valores que ainda subsistem e mexem com as consciências dos mais responsáveis que medem as consequências de determinadas tomadas de posição porque inclusivamente, pensam e bem, podem recair sobre as suas próprias cabeças.
Porém, quem, no seu íntimo, alimenta visões de destruição preocupa-se em fomentar, à sua volta, o rancor e o ódio que, por vezes, passam quase a ser achados como actividades normais e necessárias.
Já não é novo na História da humanidade criada. Vários foram os cientistas e sistemas da governação de povos que, ao longo das épocas, imaginaram e programaram uma sociedade pura, sem lugar para estropiados, deficientes ou idosos. Todos estes, em tal conceito, estão a mais porque nada ou pouco produzem que seja de utilidade visível aos olhos das ganâncias e egoísmos. Para uns comerem, outros terão de trabalhar; é vergonhoso, mas evidente.
Numa cultivação actual do medo, vai-se alastrando sistematicamente uma anomalia intelectual e psíquica nas pessoas que deixam de agir segundo os seus carismas próprios para se deixarem, inconscientemente, subjugar por ideais e teorias alheias que vão ganhando espaço e poiso nas mentes menos precavidas e lhes causam mossas com desequilíbrios irreparáveis.
É preciso parar e indagar o porquê de uma crise mundial, venha ela de onde vier, atingir quase apenas os que parecem acarretar despesas, julgadas supérfluas e desnecessárias, passando ao largo de grupos e indivíduos com grandes e sofisticadas armas de defesa.
Arrogamos o direito às interrogações e muitos deveriam sentir a obrigação de explanar, com total lisura, a verdade de quanto nos inquieta a alma e desvirtua o nosso entendimento.
Voltando ao início destas linhas, repito que só a História, lida, analisada e comentada até ao mais fundo, poderá responder cabalmente sobre os medos que agora nos assaltam.
Pena é já não podermos comprar e consultar esses calhamaços que serão editados, não sabemos quando.
MANUEL ARMANDO