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SAÚDE

Bloco de Esquerda reuniu com director do ACeS do Baixo Vouga

2020-09-09 10:02:27

Bloco de Esquerda reuniu com director do ACeS do Baixo Vouga

O Bloco de Esquerda reuniu na passada segunda-feira, 7 de Setembro, com Pedro Almeida, director do Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) do Baixo Vouga; e com a coordenação das Unidades de Saúde Familiar (USF) de Águeda.

O parlamentar Nelson Peralta e o aderente local do BE de Águeda, Luís Grilo, marcaram presença no encontro, que teve como objectivo fazer o ponto de situação relativamente aos cuidados médicos do concelho.
No balanço da conversa, o BE revelou que "o Posto Médico de Travassô reabrirá, apenas em 2022, depois das obras, e que a população continuará a ser atendida em Recardães".
"O Posto Médico de Belazaima do Chão não reabrirá nos mesmos moldes (disponível toda a semana), encontrando-se sem data prevista para reabertura. A população poderá ser atendida na Borralha, onde o ACeS diz haver vagas", revelou o BE.
Os bloquistas deram conta que "em relação ao Centro de Saúde de Águeda, há dificuldade em fixar médicos e não há abertura de concursos suficientes. Não está ainda confirmado se o funcionamento provisório vai ter lugar na Incubadora Cultural, pois o edifício teria que ser adaptado para esse efeito".
"Neste momento, os profissionais de saúde enfrentam dificuldades acrescidas com a doença da COVID-19, devido ao acumular de funções. Não existem infraestruturas para os pacientes aguardarem pela sua vez, fora das instalações médicas. A isto acresce a falta de seguranças nos locais, bem como a falta de médicos especialistas e a carência de assistentes operacionais. Actualmente, os médicos têm que desinfectar os gabinetes e restantes materiais", referiram os bloquistas após o encontro.
Para Luís Grilo (foto), "é essencial um Serviço Nacional de Saúde forte, que sirva as populações sem descriminação. Dada as condições actuais, a autarquia de Águeda não pode virar a cara a esta luta, mantendo uma posição, junto dos poderes centrais, que assuma a defesa dos seus concidadãos e concidadãs, mas, também, implementando medidas que mitiguem os actuais problemas com que nos deparamos".
Nelson Peralta exigiu, por outro lado, um conjunto de medidas imediatas do Governo: "Reabrir os locais de cuidados de saúde primários que estão fechados, para aliviar os que se mantiverem abertos; garantir as condições de espera para os utentes, tendo em conta o aproximar do Inverno e o contexto de pandemia; e contratar profissionais de saúde que fazem falta, contornando as evidentes carências actuais, principalmente no que toca a médicos especialistas e assistentes operacionais".