Manuel Armando .. Era uma vez
HIPOCRISIA E COBARDIA
11 de junho de 2026Que pronunciamentos tão feios!
Muitas palavras utilizadas nestes tempos são criação de hábitos, talvez inofensivos que, ao longo das gerações, alastram, fortalecendo determinado sentido de viver em comunidade, pois muitas delas pronunciadas acarretarão em si conhecimentos concretos de aceitação fácil e comum.
Assim a vida e seus conceitos começaram a usufruir a firmeza, de modo a terem a leitura adequada e poderem ser ensinados com a certeza de não se caminhar no erro.
Todavia, o negativo de alguns conceitos poderá resultar da rotina no seu emprego que faz esquecer o verdadeiro significado inicial, por via de uma linguagem menos cuidada ou de atribuição incorrecta. Assim, muitas palavras perderam a força que lhes assistia no princípio do seu uso.
Estarão neste ponto de vista algumas expressões usadas hoje com um significado banal, e de tal forma que os indivíduos farão crer não se incomodarem se lhes forem atribuídas pessoalmente.
Refiro aqui, e como exemplo, dois termos bastante vexatórios numa sociedade, onde a hombridade e a verdade deveriam ser estradas abertas, instaladas sem quaisquer dúvidas ou tibiezas.
Aludo então, sem hesitar, aos termos hipocrisia e cobardia.
Dois conceitos que se ombreiam nos caminhos dos homens, tornam-se com eles presença nas assembleias e festas, mas procuram desviar e esquecer aquilo que é o íntimo de cada um.
Assim sonegados, escondem, um do outro, a verdade que deveria ser anunciada em actos de família ou de sociedade, mas, em contrapartida, fazem soar aos quatro ventos aquilo que é a mentira ou invenção seja do que for.
Aberta desta forma a guerra, as pessoas olham-se de soslaio, desconfiadas e duvidosas das consequências que, num futuro próximo, advirão do espezinhamento e das atitudes de má interpretação daquilo que é dito sem segundos propósitos por quem está ao nosso lado.
Quando sucede tal situação e é propalada a distorção do fulcro da questão, demonstra-se a hipocrisia que assenta na falta de coragem para um diálogo fraterno aberto, onde se deve desvendar a verdade e agir sem cobardia.
Ouvir algo que não se percebe jamais poderá ser causa de acusações e controvérsias supérfluas ou mal-entendidos.
Não se instale a guerra por mexericos de mentes doentias.
Muitas palavras utilizadas nestes tempos são criação de hábitos, talvez inofensivos que, ao longo das gerações, alastram, fortalecendo determinado sentido de viver em comunidade, pois muitas delas pronunciadas acarretarão em si conhecimentos concretos de aceitação fácil e comum.
Assim a vida e seus conceitos começaram a usufruir a firmeza, de modo a terem a leitura adequada e poderem ser ensinados com a certeza de não se caminhar no erro.
Todavia, o negativo de alguns conceitos poderá resultar da rotina no seu emprego que faz esquecer o verdadeiro significado inicial, por via de uma linguagem menos cuidada ou de atribuição incorrecta. Assim, muitas palavras perderam a força que lhes assistia no princípio do seu uso.
Estarão neste ponto de vista algumas expressões usadas hoje com um significado banal, e de tal forma que os indivíduos farão crer não se incomodarem se lhes forem atribuídas pessoalmente.
Refiro aqui, e como exemplo, dois termos bastante vexatórios numa sociedade, onde a hombridade e a verdade deveriam ser estradas abertas, instaladas sem quaisquer dúvidas ou tibiezas.
Aludo então, sem hesitar, aos termos hipocrisia e cobardia.
Dois conceitos que se ombreiam nos caminhos dos homens, tornam-se com eles presença nas assembleias e festas, mas procuram desviar e esquecer aquilo que é o íntimo de cada um.
Assim sonegados, escondem, um do outro, a verdade que deveria ser anunciada em actos de família ou de sociedade, mas, em contrapartida, fazem soar aos quatro ventos aquilo que é a mentira ou invenção seja do que for.
Aberta desta forma a guerra, as pessoas olham-se de soslaio, desconfiadas e duvidosas das consequências que, num futuro próximo, advirão do espezinhamento e das atitudes de má interpretação daquilo que é dito sem segundos propósitos por quem está ao nosso lado.
Quando sucede tal situação e é propalada a distorção do fulcro da questão, demonstra-se a hipocrisia que assenta na falta de coragem para um diálogo fraterno aberto, onde se deve desvendar a verdade e agir sem cobardia.
Ouvir algo que não se percebe jamais poderá ser causa de acusações e controvérsias supérfluas ou mal-entendidos.
Não se instale a guerra por mexericos de mentes doentias.

