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“Queremos afirmar o GiCA como um clube de referência na formação”

O presidente do Ginásio Clube de Águeda (GICA), Hélder Rocha (HR), faz um balanço positivo da época 2025/26, destaca o crescimento do clube nas várias modalidades e traça como prioridade para a nova temporada a consolidação do projeto formativo. Na entrevista, aborda ainda as razões que levaram à saída da secção de andebol, defende a estabilidade financeira da instituição e aponta a sustentabilidade organizativa como um dos principais desafios para o futuro


SP - Fazendo um balanço da época que terminou, que avaliação faz da atividade do GICA?
HR – Tendo em conta a filosofia do GiCA, que assenta numa perspetiva de clube de formação, considero que, no essencial, os objetivos foram cumpridos em todas as áreas.
SP - Quais considera terem sido as principais conquistas e os maiores desafios enfrentados pelo clube?
HR - Apesar de alguns contratempos iniciais na composição das equipas técnicas, a colaboração e a entreajuda de todos permitiram ultrapassar esses obstáculos. Proporcionar atividade desportiva aos nossos jovens e contar com mais de duas centenas de atletas continua a ser o nosso principal propósito, acarinhar o seu crescimento nos bons e maus momentos, é a nossa maior conquista.
SP - O que mais valoriza?
HR - É muito gratificante ver atletas a partir dos 4 anos nas nossas modalidades. No basquetebol, estivemos presentes em praticamente todos os escalões, incluindo os seniores femininos. Ao longo da época, nos escalões de formação — dos sub-12 aos sub-18 — realizámos mais de 200 jogos e participámos em 36 encontros de minibasquetebol, 14 dos quais no Multiusos do GiCA. No andebol, contámos com seis escalões, de manitas a sub-16 e seniores, realizámos 83 jogos e participámos em oito encontros de manitas, dois deles no Multiusos do GiCA. O karaté, que continua a crescer, reúne já um número significativo de atletas, também a partir dos 4 anos.

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Campeões do RDA assinalaram 10 anos da época do triplete

Membros da equipa do Recreio de Águeda da época 2015/2016 reuniram-se num convívio para assinalar o 10.º aniversário da temporada em que o clube conquistou o Campeonato SABSEG, garantindo a subida direta ao Campeonato de Portugal, a Taça do Distrito e a Supertaça Distrital.


O encontro evocou uma das épocas mais marcantes da história recente do clube, que culminou um ciclo de três temporadas particularmente bem-sucedidas. Entre 2014 e 2016, o RD Águeda conquistou seis troféus, afirmando-se como uma das equipas dominantes do futebol aveirense nesse período.
Em 2015/16, o RD Águeda venceu 32 dos 43 jogos oficiais disputados em quatro competições: 2 para a Taça de Portugal (vitória 4-0 com Trancoso e derrota 0-2 com Ac. Viseu), 34 para o Campeonato SABSEG (com 81 golos marcados e 23 sofridos), 6 para a Taça do Distrito (tri vencedor consecutivo da competição) e 1 para a Supertaça (bi vencedor).
Gabriel Varela sagrou-se campeão nacional de estrada em sub17

O ciclista aguedense Gabriel Varela, da equipa Cantanhede Cycling / VESAM, conquistou no domingo o título de Campeão Nacional de Estrada Sub-17, no Cartaxo, alcançando o principal troféu nacional da categoria.


Depois de ter conquistado a medalha de bronze no Campeonato Nacional de Contrarrelógio, disputado na sexta-feira, o jovem atleta voltou a destacar-se na prova de fundo, que reuniu cerca de 120 corredores e teve um percurso de 73,6 quilómetros.
Gabriel Varela integrou a fuga decisiva da corrida logo na segunda volta, juntamente com José Gomes (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo). A dupla manteve-se na frente até aos quilómetros finais, resistindo à perseguição do grupo principal.
A decisão do título ficou reservada para o sprint final, onde o ciclista da Cantanhede Cycling / VESAM foi mais forte, cortando a meta na primeira posição. Gabriel completou a prova em 1h51m11s, à média de 39,7 km/h, com o mesmo tempo do segundo classificado.
O terceiro lugar foi conquistado por Bruno Nogueira, também da Cantanhede Cycling / VESAM. A equipa contou ainda com a participação dos aguedenses Guilherme Laranjeira, 28.º classificado, e Ricardo Henriques, 29.º.

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CRÓNICA - A diferença chama-se processo: a Espanha ganhou antes de entrar em campo

É curioso que seja precisamente a Espanha a dar hoje uma das maiores lições de coletivo. Um país que, durante séculos, foi uma soma de reinos antes de se afirmar como Estado; um país onde catalães, bascos, galegos e andaluzes continuam a cultivar identidades próprias, algumas delas em permanente tensão com a própria ideia de Espanha. No entanto, quando a bola começa a rolar, todos falam a mesma língua futebolística.


Talvez seja essa a maior vitória do futebol espanhol. A identidade não nasce da uniformidade; nasce da existência de um projeto comum. O futebol espanhol conseguiu aquilo que, muitas vezes, a política não consegue: fazer convergir realidades distintas em torno de uma ideia partilhada.
O catalão, o basco, o galego, o andaluz ou o madrileno chegam à seleção com histórias, culturas e sensibilidades diferentes. Mas entram em campo a interpretar a mesma ideia de jogo. Não jogam da mesma forma porque nasceram no mesmo país; jogam da mesma forma porque cresceram dentro do mesmo processo.
É essa continuidade que faz da Espanha uma equipa vencedora - e também uma escola de futebol.

ESPANHA: DIFERENTES IDENTIDADES MAS A MESMA IDEIA DE JOGO

A Espanha voltou a ganhar como quase sempre ganham as grandes equipas. Não foi o acaso, a inspiração de um dia, o jogador capaz de resolver sozinho. Ganhou porque há muitos anos construiu um processo. Um processo que se vai refinando, consolidando e validando através das vitórias internacionais.
A seleção espanhola é um conjunto de excelentes jogadores mas, antes de tudo, é uma ideia de jogo. Uma ideia que começa nas seleções jovens, cresce com os jogadores e chega naturalmente à equipa principal. Os intérpretes mudam; os princípios permanecem. Por isso, a Espanha consegue esconder melhor insuficiências individuais que outras seleções expõem. O coletivo protege o indivíduo. A ocupação dos espaços, a circulação da bola, a pressão organizada e o conhecimento do jogo fazem parecer simples aquilo que é extremamente difícil.
Quando tem bola, a Espanha alia talento à inteligência. Não há talento desperdiçado em vaidades individuais; há talento colocado ao serviço da equipa. Quando não a tem, a sensação é sempre a mesma: existe um espanhol no caminho da bola. Não é acaso; alguém ocupou aquele espaço antes de ele ser necessário. É leitura, sentido coletivo. Depois, quando recupera a posse, surge imediatamente uma linha de apoio, uma desmarcação de rotura ou o passe certo no momento certo.

O JOGADOR É MAIS IMPORTANTE COM BOLA OU SEM BOLA?

Durante muitos anos perguntava aos meus jogadores se eles achavam que eram mais importantes com bola ou sem bola. Depois fazia uma conta muito simples: “Há uma bola e vinte e dois jogadores. Em noventa minutos, quanto tempo toca, em média, a cada um? Quatro minutos? Talvez pouco mais?”
Esta equação significa que cada jogador passa cerca de oitenta e seis minutos sem bola. E o que faz durante esses oitenta e seis minutos? É aí que começa verdadeiramente o futebol!
O espectador acompanha naturalmente a bola. O treinador e os jogadores têm obrigação de olhar para muito mais do que isso. Têm de ver o campo útil. A abertura e o fecho dos espaços. A aproximação e o afastamento entre linhas. O controlo dos ritmos e a aceleração do jogo. A movimentação dos jogadores que ainda não vão tocar na bola, mas que já estão a preparar a jogada seguinte.
O futebol joga-se muito mais longe da bola do que normalmente se imagina. É também por isso que a Espanha transmite uma impressionante segurança mental. Conhece tão bem a sua identidade que raramente perde o foco, raramente entra em ansiedade e quase nunca abdica do protagonismo. Confia no modelo porque cresceu dentro dejle. Não é por acaso que o selecionador conhece profundamente este percurso, tendo acompanhado muitos destes jogadores desde as seleções jovens. Del Bosque já representara essa continuidade. Hoje, ela mantém-se.

A DIFERENTE REALIDADE DO PORTUGAL IMEDIATO

Portugal apresenta uma realidade muito diferente. Escrevíamos antes do Mundial que a seleção portuguesa já começava a perder antes de entrar em campo. Não por falta de talento, mas pelo excesso de expectativas artificiais, alimentadas por campanhas publicitárias e, desta vez, sobretudo por uma direção federativa que preferiu vender entusiasmo em vez de proteger a equipa.
Portugal está a anos-luz da qualidade coletiva da Espanha. Tem talento individual suficiente para competir com qualquer seleção, mas quando vence as grandes equipas fá-lo quase sempre através da entrega e da capacidade de sofrimento. Ganha pela raça, pela solidariedade e pela capacidade competitiva. Não pela superioridade na posse, nem pelo domínio territorial do jogo. Viu-se na Liga das Nações, como antes no Campeonato da Europa.
Chega agora Jorge Jesus. É um treinador com uma identidade forte e dificilmente fará uma gestão de continuidade - não tanto de jogadores, mas de jogo. O modelo passará inevitavelmente a ser o seu, adaptado às características dos jogadores disponíveis. Será uma solução para o imediato, não necessariamente um investimento estrutural no futuro. Poderá resultar, até porque a relação pessoal entre treinador e jogadores continua a ser determinante no futebol de seleções, como aconteceu durante largos períodos com Fernando Santos e Roberto Martínez, antes de a inevitável saturação substituir a confiança inicial.

PODER FEDERATIVO ANTES DO COMPETITIVO

Mas os problemas estruturais permanecerão. A Federação tornou-se uma organização poderosa e financeiramente muito confortável, sustentada em grande parte pelo sucesso comercial da seleção nacional e, em particular, pelo fenómeno Cristiano Ronaldo. A velha imagem de uma federação instalada numa sede modesta da Praça da Alegria pertence ao passado. Hoje os recursos são outros. A questão é saber se essa riqueza tem sido utilizada para construir um processo comparável ao das grandes potências ou se continua demasiado dependente dos ciclos competitivos da seleção principal.
Entretanto, em agosto, regressa o campeonato. Um campeonato que continua praticamente reduzido a três candidatos ao título, um ou outro aspirante ocasional e muitos figurantes. Um campeonato onde frequentemente se valoriza mais o ruído do que o jogo; mais a polémica do que a qualidade; mais a especulação do que a análise. Discutem-se arbitragens, declarações, bastidores e conflitos permanentes, enquanto sobra pouco espaço para falar daquilo que verdadeiramente distingue o futebol: a organização coletiva, as ideias, os comportamentos e a inteligência do jogo.
Talvez seja essa a maior lição que este Mundial nos deixa. O futebol não pertence aos que têm apenas talento. Pertence aos que conseguem organizar esse talento durante muitos anos, respeitando uma ideia, aperfeiçoando um processo e resistindo à tentação de começar sempre do princípio.
É precisamente aí que continua a residir a nossa maior distância. Mesmo sendo Portugal um país bastante mais homogéneo do ponto de vista territorial e político.

AUGUSTO SEMEDO
Bairradino Nelson Oliveira entra para a história mundial

O ciclista português Nelson Oliveira voltou a escrever o seu nome na história do ciclismo internacional ao tornar-se no corredor com mais Grandes Voltas concluídas de sempre. Aos 37 anos, o atleta da Movistar terminou o Tour de França de 2025 e passou a somar 24 Grandes Voltas finalizadas, ultrapassando o anterior recorde, de 23, pertencente ao polaco Sylwester Szmyd.


Enquanto as atenções do mundo do ciclismo estavam centradas na quinta vitória de Tadej Poga?ar na Volta a França, foi outro feito que mereceu destaque entre os especialistas. Com a chegada a Paris, Nelson Oliveira completou a sua 24.ª Grande Volta, alcançando um registo inédito na história da modalidade.

Ao longo da carreira, o bairradino - filho de Celestino Oliveira, antigo ciclista do Sangalhos - concluiu 501 etapas consecutivas nas três corridas mais importantes do calendário internacional: 10 Tours de França, 10 Voltas a Espanha (Vuelta) e quatro Voltas a Itália (Giro), um testemunho da sua consistência e longevidade ao mais alto nível. Venceu a 13.ª etapa da Vuelta em Tarazona em 2015, edição onde seria segundo na 19.ª etapa em Ávila. Foi ainda 3.º classificado na 13.ª etapa do Tour em 2016, num contrarrelógio individual de 37,5kms), a 1m31 de Tom Dumoulin (Giant-Alpecin) e a 28s do vencedor da competição, Chris Froome (Sky).
Profissional desde 2010, estreou-se nas Grandes Voltas em 2011, na Volta a Espanha, ao serviço da RadioShack. Desde então, afirmou-se como um dos gregários mais respeitados do pelotão internacional, desempenhando um papel determinante no apoio a líderes de equipas de topo em algumas das mais importantes provas do calendário mundial.

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“Fazer campeonato tranquilo e dar passo decisivo para futuro do clube”
Depois de uma época aquém das expectativas, o presidente do Sporting de Fermentelos, Fernando Sampaio, faz um balanço das mudanças promovidas no plantel, explica a aposta na continuidade de Diogo Resende como treinador e assume que a principal meta passa por assegurar a permanência sem sobressaltos no Campeonato SABSEG. Paralelamente, relembra que o grande objetivo do clube passa pelo projeto estruturante: a construção de um centro de treinos que considera essencial para o crescimento sustentado da instituição.

O Sporting de Fermentelos parte na próxima segunda-feira para a sua segunda temporada consecutiva no Campeonato SABSEG. Fernando Sampaio (FS) dá o mote.

SP - Quais são os objetivos para a nova época?
FS - Claramente a manutenção. O nosso objetivo passa por não sofrermos tanto como na última época. Pretendemos fazer um campeonato tranquilo depois de uma época que não correu bem, principalmente atendendo ao plantel que tínhamos à disposição, que nos permitia antecipar um lugar final entre o 3.º e o 5.º lugar na classificação.

SP - Com certeza refletiram sobre os motivos.
FS - Trabalhámos durante a época para que fosse possível uma época positiva mas houve atletas que ficaram muito aquém do que esperávamos deles. Este ano não fazem parte da equipa, optámos por alterar.

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“Resultados relevantes espelham o trabalho que está a ser desenvolvido no clube”
Emanuel Posse (EP), presidente do Sport Algés e Águeda XXI, foi convidado por SP a fazer o balanço da época da natação no clube. Considera que os resultados refletem o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo clube ao longo dos últimos anos. Registou-se ainda um aumento do número de atletas.

SP - Como faz o balanço desta época desportiva para o clube?
EP - O balanço desta época é positivo. Conseguimos alcançar dois terceiros lugares no campeonato nacional de infantis, bem como, conseguimos alcançar dois primeiros lugares nos campeonatos nacionais de natação adaptada, de inverno e de verão. A nível regional, conseguimos alguns resultados relevantes que mostram e espelham o trabalho que está a ser desenvolvido durante estes anos no clube.
SP - Quais foram os momentos mais marcantes da temporada?
EP - Esta época tivemos três momentos marcantes. O primeiro momento, conseguimos que sete dos oito atletas da equipa de natação pura participassem nos nacionais. O segundo foi em natação adaptada, em que tivemos uma atleta com síndrome de down que se sagrou campeã nacional, por duas vezes, nos 50 metros costas. E o terceiro, tivemos duas estafetas femininas (4x100m Livres e 4x100m Estilos) medalhadas no campeonato nacional de infantis. Tudo isto é marcante, pois nunca tinha acontecido no clube.
Dino Molokova e Polina Isakova conquistam o 22.º Open Cidade de Águeda

Dino Molokova, do Viseu Royal TC, e a ucraniana Polina Isakova, da AHEAD CT Alverca, venceram este sábado o 22.º Open Cidade de Águeda, uma das mais emblemáticas provas do calendário da Associação de Ténis de Aveiro e da Federação Portuguesa de Ténis, disputada nos courts do Clube de Ténis de Águeda.


Na final masculina, Molokova levou a melhor sobre Gonçalo Quintela (Ace Team), num encontro equilibrado no primeiro parcial, resolvido apenas no tie-break, acabando por triunfar por 7-6 (7-3) e 6-1. Já na final feminina, Isakova venceu Kika Lima, sua colega de equipa na AHEAD CT Alverca, por 6-2 e 6-4, confirmando o favoritismo demonstrado ao longo da competição.
No final da prova, o diretor do torneio, Alberto Pimenta, fez um balanço francamente positivo da 22.ª edição, destacando sobretudo a qualidade do quadro competitivo.
“É um balanço muito positivo, porque conseguimos ter, embora não em quantidade, mas em qualidade, cinco jogadores de topo entre masculinos e femininos, o que penso que foi, em termos de qualidade, o melhor torneio que tivemos até hoje. Em quantidade nem tanto. Já tivemos torneios com muito mais atletas, mas com muito menos qualidade”.


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Martim Ribeiro está no europeu de juniores pela quarta vez consecutiva

“O caminho faz-se com evolução, experiência e desafios cada vez maiores”, diz o cavaleiro aguedense


Convocado novamente para a Seleção Nacional de Juniores, Martim Martins Gaspar Ribeiro aponta já para o futuro. Antes disso, o cavaleiro aguedense prepara a participação no Campeonato da Europa de Saltos de Obstáculos, onde pretende ajudar a equipa portuguesa e lutar por um lugar na final da competição.

SP - O que significa voltar a ser convocado?
MR - Voltar a ser convocado para representar a Seleção é um enorme orgulho e um dos maiores privilégios que um atleta pode ter. É uma honra poder voltar a elevar o nome de Portugal além-fronteiras e vestir novamente as cores da nossa nação. Esta convocatória representa também um importante reconhecimento do trabalho, da dedicação e da consistência demonstrados ao longo dos últimos anos. Torna-se ainda mais especial por ser o quarto ano consecutivo em que tenho a oportunidade de representar Portugal num Campeonato da Europa, sendo igualmente um reconhecimento para todos aqueles que me acompanham e contribuem diariamente para este percurso.
SP - Que objetivos tem para a prova?
MR - O meu principal objetivo é dar o meu melhor e contribuir da melhor forma possível para ajudar a equipa. Individualmente, gostaria muito de conseguir chegar à final e, se isso acontecer, farei tudo o que estiver ao meu alcance para alcançar o melhor resultado.

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Anadia e Águeda recebem contrarrelógio de uma Volta a Portugal que quer dar o salto

O único contrarrelógio da edição 2026 da Volta a Portugal disputa-se entre Anadia e Águeda, no dia 10 de agosto, depois da etapa da Torre e antes do dia de descanso em Santa Maria da Feira.


Águeda surge no roteiro da Volta a Portugal por troca com Aveiro e logo num dos dias mais importantes para a definição do vencedor. Desta vez, o contrarrelógio individual, que costuma finalizar os 11 dias da competição, surge antes do dia de descanso, a meio do percurso.
Anadia e Águeda são ligados à 5.ª etapa, no dia 10 de agosto (segunda-feira), na distância de 17,2 kms e com um percurso sinuoso, que deverá fazer diferenças importantes entre os ciclistas.
O contrarrelógio individual sucede à mítica chegada à Torre, na Serra da Estrela, reservada para a 4.ª etapa no domingo, 9 de agosto; e antecede o dia de descanso, com atividades agendadas para Santa Maria da Feira (Europarque), de onde partirá a 6.ª etapa no dia 12 de agosto (quarta-feira). Uma das atividades é a Grandíssima, que na nova roupagem que a Federação Portuguesa de Ciclimo pretende dar à Volta substitui a Etapa da Volta.É destinada a todos os que queiram pedalar nesse dia de descanso para os ciclistas de competição, no dia 11 de agosto (terça-feira).

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De Segadães e Jafafe para o topo do hóquei nacional: dois jovens de Águeda são campeões nacionais de sub-13

Águeda volta a ter motivos para celebrar no desporto. Simão Pinheiro, de 11 anos, residente em Segadães, e Afonso Pinto, de 12 anos, residente em Jafafe, sagraram-se campeões nacionais de hóquei em patins no escalão de Sub-13 ao serviço da União Desportiva Oliveirense, culminando uma época de grande sucesso.


Os dois jovens, que frequentam a Escola de Valongo do Vouga e conciliam os estudos com três a quatro treinos semanais, já acumulam vários títulos a nível regional. Esta época, depois de conquistarem o campeonato regional, apuraram-se para a Zona Norte do Campeonato Nacional, garantindo depois a presença na Final 8, disputada em Valongo, entre 26 e 28 de junho, onde participaram as melhores equipas das zonas Norte e Sul do país.

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VOLTA A PORTUGAL FEMININA SÁBADO EM ÁGUEDA (FINAL DE ETAPA) Cofidis Women Team domina e brilha na chegada ao sprint em Tomar
Só deu Cofidis Women Team na segunda etapa da sexta edição da Volta a Portugal Feminina Jogos Santa Casa, que começou esta quinta-feira no Montijo e terminou em Tomar.
Num dia de muito calor - mais um -, Martina Alzini foi a mais rápida no sprint final, com a colega Kristyna Burlova a terminar logo atrás, no segundo posto. Eva Anguela (Rio Miera) fechou o
pódio.
"O mais difícil foi o calor, mas felizmente a minha equipa esteve comigo o dia todo, a apoiar-me. Estou muito contente, é um dia muito positivo, não podia pedir mais. Estou muito feliz",
afirmou Alzini, no final da prova.
A Camisola Amarela Jogos Santa Casa, no entanto, não sofreu alterações: continua a pertencer a Emma Siegers (AG Insurance Soudal Devo Team), vencedora da etapa inaugural, com 15 segundos de vantagem face a Maite Urteaga (Grupo Eulen-Amenabar Team) e 30 segundos sobre Annelies Nijssen (Lotto Intermarché Ladies).
“Hoje esteve mesmo muito calor, por isso tentei manter-me protegida, correu bem. Sobre amanhã, gosto muito de contrarrelógios, por isso vou dar o meu melhor para manter a
Camisola Amarela e eventualmente ganhar, não sei. Vou dar o meu melhor”, garantiu a jovem belga.
Siegers, de resto, é também a dona da Camisola Branca Fundação INATEL, de líder da Juventude. Maite Urteaga, por sua vez, é a Camisola Vermelha Auto Maran/Škoda - Classificação por Pontos e a Camisola Azul IPDJ - Classificação da Montanha.
Em relação à prestação portuguesa, Raquel Queirós (Atum General/Tavira/Madre Fruta) voltou a ser a mais bem classificada entre as lusas: terminou na 29.ª posição.
A Volta a Portugal Feminina Jogos Santa Casa prossegue esta sexta-feira com a terceira etapa, um contrarrelógio individual: serão 10.8 quilómetros a pedalar entre Taveiro e Coimbra, num
dia que promete ser importante para marcar diferenças para a Classificação Geral.

PROGRAMA OFICIAL

1 de julho | 1.ª Etapa
Amadora - Vila Franca de Xira (Póvoa de Santa Iria)
Partida: 12h40
Chegada prevista: 15h35
106,6 km

2 de julho | 2.ª Etapa
Montijo - Tomar
Partida: 11h55
Chegada prevista: 15h25
127,7 km

3 de julho | 3.ª Etapa
Contrarrelógio Individual
Taveiro - Coimbra
Partida do primeiro atleta: 12h05
10,8 km

4 de julho | 4.ª Etapa
Mealhada - Águeda
Partida: 12h40
Chegada prevista: 15h40
109,1 km

5 de julho | 5.ª Etapa
Oliveira de Azeméis - Santo Tirso
Partida: 12h40
Chegada prevista: 15h10
91 km
Filho de Aguadense assume liderança do departamento médico do Arsenal

O médico desportivo português Arnaldo Abrantes, filho do antigo atleta Arnaldo Abrantes, natural de Aguada de Cima, inicia funções esta quarta-feira como médico principal do Arsenal, depois de duas épocas no Aston Villa.


A mudança para o clube finalista da Liga dos Campeões e campeão inglês representa mais um passo na carreira de um dos mais conceituados especialistas portugueses em medicina desportiva a trabalhar no futebol britânico.
Antes de integrar o Aston Villa - vencedor da Liga Europa -, Arnaldo Abrantes desempenhou funções durante três temporadas no Nottingham Forest, clube pelo qual entrou na Premier League.

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ACTIB destaca balanço positivo no MXGP e Câmara confirma mudanças no recinto

Tiago Silva, presidente do ACTIB, faz um balanço muito positivo do Grande Prémio de Portugal de MXGP, disputado no Crossódromo Internacional de Águeda, enquanto o presidente da Câmara assume alterações no espaço mas não na pista


Em declarações à SP, o presidente do ACTIB, Tiago Silva, sublinhou que “o feed back foi positivo” e que “o evento subiu de nível em animação, organização e logística”. Do ponto de vista desportivo, destacou que “assistiu-se a corridas muito bem disputadas, essencialmente em MXGP, e os pilotos espanhóis revelaram-se muito fortes”.
O responsável acrescentou ainda que o espetáculo de freestyle “foi uma aposta ganha”, sublinhando a lotação do espaço dedicado a essa vertente de entretenimento, que voltou a atrair grande adesão do público ao longo do fim de semana.

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MXGP regressa a Águeda este fim de semana com edição “mais ambiciosa de sempre”

O Crossódromo do Casarão recebe, de sexta-feira a domingo, mais uma prova do Campeonato do Mundo
de Motocross MXGP, organizada pelo ACTIB – Águeda Action Club. O evento contará com cerca de 250 pilotos e várias novidades, incluindo freestyle motocross e festival de música


Tiago Silva, presidente do ACTIB, sublinha que a organização trabalhou para garantir melhores condições. “Lutámos muito por esta data para avançar no calendário”, afirmou, destacando a expectativa de um fim de semana com melhor meteorologia após duas edições marcadas pelo mau tempo.
O responsável admite que a estabilidade financeira do evento continua dependente de vários fatores, incluindo bilheteira e apoios institucionais. “Precisamos de um mínimo de 15 mil pessoas para fazer o objetivo”, referiu.
Tiago Silva garante que a edição deste ano será reforçada ao nível do espetáculo e da experiência do público. “Vai ser a edição mais ambiciosa de sempre, com mais animação, freestyle e music festival”, disse.

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OPINIÃO | Carlos Abrantes | A Coreia do Norte é fixe
Quando disse aos meus amigos que ia de férias para a Coreia do Norte a reacção não se fez esperar. Para a Coreia do Norte? Tens a certeza que queres ir para a Coreia do Norte? E ficavam a olhar para mim com aquele ar compadecido de quem acha que eu tinha perdido o tino. Com tantos destinos de sol e mar, com Mediterrâneo e Caraíbas, com Brasil e Tailândia eu escolhera a Coreia do Kim Jong-Un, Mr. Rocket Man!
E foi uma óptima escolha.
Aconselho aos ambientalistas do PAN, tão na moda, e aos amantes das grandes causas politicamente correctas, uma estadia naquele paraíso ambiental. Não sofrerão com os engarrafamentos das grandes metrópoles capitalistas porque em Pyongyang, a capital, praticamente não circulam automóveis, nem camiões, nem autocarros. Emissões de carbono zero, ou quase.
Em contrapartida vê-se muita gente a pé, a caminho do trabalho ou de lado nenhum, promovendo um estilo de vida saudável, sem complicações cardiovasculares ou de diabetes. À excepção do “querido líder”, não vi gordos. Uma vitória do povo norte coreano que, desse modo, pode dispensar a existência de serviço nacional de saúde.
Também o regime alimentar muito frugal, pobre em hidratos de carbono, proteínas, gorduras e açúcares, com consumo de carnes vermelhas zero, é um exemplo para o mundo. Daí que seja seguido de perto pela comunidade científica, nomeadamente pela Universidade de Coimbra que, numa atitude pioneira e esclarecida decretou a proibição do consumo de carne de bovino nas cantinas estudantis.
Há, no entanto, um “mas” que perturbará os nossos amigos do PAN. Os Norte coreanos gostam, e consomem, carne de cão. Em ocasiões especiais, é certo, mas comem cão. Sopa de cão, cão guisado, cão frito, mil maneiras de cozinhar cão... Tal como o PAN eles também gostam de animais. Têm uma forma diferente de gostar, mas que gostam, gostam!
E gostam também dos líderes. Não os comem, porque não podem, mas têm um carinho especial pelos líderes. Erguem-lhes estátuas monumentais. Aos três – ao avô, ao pai e ao filho. Uma democracia, nas palavras de Bernardino Soares, transmissível de pais para filhos.
É tudo em grande! São enormes as estátuas, os cemitérios, os edifícios públicos, as bibliotecas, os museus, ou os estádios. E os espectáculos e as manifestações populares de apoio, ou de pesar. E as auto-estradas, ah as auto-estradas! Com três pistas em cada sentido, viajei a partir de Pyongyang para sul até ao paralelo 38 e para norte até Myohyang. Um espanto! Sem portagens nem congestionamentos, sem aselhas nem chico-espertos. Centenas de quilómetros sem um sobressalto ou um acidente. Havia, é certo, o problema do piso esburacado e das lombas, dos peões e das cabras, das bicicletas e dos controles militares, mas fora isso era maravilhoso.
Que sossego, que segurança.
Não admira que me tenha sentido muito seguro. É fácil quando cumprimos as regras, e as regras eram claras. Podíamos circular livremente dentro do hotel. Fora do perímetro do hotel, que estava estrategicamente implantado numa pequena ilha, teríamos de estar SEMPRE acompanhados pelos nossos guias locais.
A Coreia do Norte é fixe, mas nas minhas próximas férias vou para um país democrático. Para desenjoar!
- CARLOS ABRANTES

Quando a governança vira cartel - Parte V
Mostramos, antes de terminar esta rubrica, as 13 baixas de Ministros e Secretários de Estado deste governo da maioria absoluta do Partido Socialista (PS):
1 - Sara Guerreiro, Secretaria de Estado da Igualdade e Migrações – Baixa em 2-5-2022.
2 - Marta Temido, Ministra da Saúde - Baixa em 30-08-2022.
3 - Fátima Fonseca, Secretária de Estado da Saúde - Baixa em 30-8-2022.
4 - António Lacerda Sales, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde - Baixa em 30-8-2022.
5 - Miguel Alves, Secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro - Baixa em 10-11-2022.
6 - Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo - Baixa em 29-11-2022.
7 - João Neves, Secretário de Estado Adjunto e da Economia - Baixa em 29-11-2022.
8 - Alexandra Reis, Secretária de Estado do Tesouro - Baixa em 27-12-2022.
9 - Marina Gonçalves, Secretária de Estado da Habitação - Baixa em 29-12-2022.
10 - Pedro Nuno Santos, Ministro das Infraestruturas e da Habitação - Baixa em 29-12-2022.
11 - Hugo Santos Mendes, Secretário de Estado das Infraestruturas - Baixa em 29-12-2022.
12 - Rui Martinho, Secretário de Estado da Agricultura - Baixa em 4-1-2023.
13 - Carla Alves, Secretária de Estado da Agricultura - Baixa em 5-1-2023.
Tinha razão o Costa quando pediu a maioria absoluta.
O Marajá de São Bento nem precisa, sequer, de negociar à esquerda ou à direita para se tornar num autêntico rei-sol. O Estado sou eu!
Economia: Tortec inaugurou primeira fábrica no Parque Empresarial do Casarão
A Tortec - Tornearia e Peças Técnicas, do Grupo Ciclo-Fapril, inaugurou, na passada sexta-feira, dia 4 de Dezembro, as suas novas instalações no Parque Empresarial do Casarão e será a primeira empresa a instalar-se no novo polo industrial do município.
Carla Santos, directora financeira da Ciclo-Fapril, começou por relevar o desempenho do presidente do município, Gil Nadais, e do seu executivo, que, “em bom rigor, foram os impulsionadores por termos aqui edificado as instalações da Tortec”.
“Mais do que o projecto Tortec, há que enaltecer o esforço e a determinação do presidente da Câmara em fazer de Águeda uma cidade de indústria, de academia e de turismo”, salientou Carla Santos.
“Muito nos honra estar a viver este momento histórico de viragem na dinâmica industrial de Águeda, pois com toda a certeza o concelho vai reflectir a criação de valor que as empresas aqui instaladas vão gerar”, observou a directora financeira da Ciclo-Fapril.
Carla Santos considerou que o facto da Tortec ter sido a primeira empresa a edificar no Parque Empresarial do Casarão, resultou em “dificuldades acrescidas”, sublinhando, em particular, o desempenho do administrador Samuel Santos e do sócio Vitor Antunes, e de “todos os que nos ajudaram a realizar este projecto”.
“Aos nossos colegas de trabalho, esperamos que o transtorno da mudança (que será concretizada na segunda quinzena deste mês) seja superado pelo conforto que estas instalações vos venham a proporcionar. Sabemos que estão motivados com o nosso projecto de trabalho e contamos convosco para dar alma a este edifício”, sublinhou Carla Santos.

Dia muito especial
para Gil Nadais
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, referiu-se a “um dia, muito, muito especial”, considerando que o Parque Empresarial do Casarão foi um projecto “muito sofrido, muito laborioso e só possível graças à colaboração de muitas pessoas”, destacando o trabalho “inexcedível” do aguadense António Figueira, e o desempenho “fundamental” do vereador João Clemente.
O autarca lembrou que “foram adquiridos mais de um milhão de metros quadrados de terrenos” e anunciou que “mais empresas pretendem vir para o Parque Empresarial do Casarão”, pelo que será necessário adquirir mais terrenos.
Gil Nadais anunciou que “o LIDL irá começar a construir, em 2016”, o seu entreposto logístico, e que durante o próximo ano estarão concluídas as estruturas da Triangle´s e da Sakthi (primeiro pavilhão), para relevar um projecto que, disse, “me custou, pessoalmente, alguns comentários mais acintosos”.



Jorge Almeida está esperançado em "derrotar" a Socibeiral no Tribunal
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Jorge Almeida, mostrou-se confiante no diferendo judicial que opõe a autarquia à Socibeiral, relativo à construção de uma central de betão e betuminoso no Parque Empresarial do Casarão (PEC).

O líder do município foi confrontado, na passada segunda-feira, em sede de Assembleia Municipal, pelo líder da bancada do Partido Socialista (PS), José Marques Vidal, que pretendeu saber em que ponto se encontra o processo, que corre, há vários meses, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro.
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Pai Natal gigante de Águeda é candidato a maior do mundo
Um Pai Natal com 21 metros de altura e 250 mil lâmpadas LED de baixo consumo (24 volts), instalado no Largo 1º. de Maio, é a grande atracção da época natalícia, em Águeda.
O município pretende alcançar o reconhecimento pela instalação do “Maior Pai Natal do Mundo em LED's”, assente numa estrutura em alumínio, com altura de sete andares, forrada a tapy.
Para validar e confirmar a obtenção do recorde, será necessária a deslocação a Águeda de um juiz do Guinness World Records, no sentido de verificar todas as características da infraestrutura e de deliberar acerca da atribuição do recorde.
Os custos inerentes a esta candidatura, aprovada ontem (abstenção de Paula Cardoso e voto contra de Miguel Oliveira), dia 1, na reunião do executivo, são de aproximadamente 10.000 euros.
O Pai Natal, sentado numa caixa de presente de 9 por 12 metros, pode ser visitado até ao dia 11 de Janeiro, e a sua instalação obrigou a um investimento de 49.200 euros.
No passado sábado, 28 de Novembro, o presidente do município, Gil Nadais, deu luz às estruturas espalhadas pela cidade que assinalam o Natal, num momento acompanhado por centenas de pessoas.






Samuel Vilela no Conselho Nacional de Juventude
Samuel Vilela, presidente da JSD de Águeda, foi nomeado para a direcção do Conselho Nacional de Juventude (CNJ), assumindo a pasta das Relações Internacionais e a representação nacional junto de instâncias europeias e internacionais.
O CNJ é a plataforma representativa das organizações de juventude a nível nacional, abrangendo as mais diversas expressões do associativismo juvenil (culturais, estudantis, partidárias, ambientais, escutistas, sindicalistas e confessionais).
Samuel Vilela, de 26 anos, encontra-se a frequentar um programa de Doutoramento na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e conta já com uma vasta experiência ao nível associativo e político.
Já presidiu ao Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais, foi vice-presidente da Associação Académica de Coimbra e membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra.
James Arthur está confirmado no Agitágueda 2015
O Agitágueda deste ano vai ter lugar de 4 a 26 de Julho, estando já confirmados os concertos dos D.A.M.A. (dia 4 de Julho), Paulo Gonzo (11), Selah Sue (17), Jimmy P (24) e James Arthur (26), cuja contratação foi aprovada na reunião camarária de ontem, dia 7 de Abril. O executivo aprovou, também, a contratação dos serviços de vigilância e segurança, com ajuste directo à empresa Protek, e o regulamento de participação nos Talentos Agitágueda.