Manuel Armando .. Era uma vez
Os “falhados”, à primeira vista
24 de junho de 2026Fui, ao longo dos anos, ouvindo falar do sentido do falhanço. É claro que aprendi, com base em factos muito concretos, o que era falhar.
Quando trepava os pinheiros para ver jogar o clube dos pés descalços – eles não tinham chuteiras – da minha aldeia, já ouvia o desabafo triste de quem lamentava não ser marcado um golo com «quase em cima da baliza, falhou o golo e a vitória».
Minuto a minuto, agora, todos nós vamos deparando com a realidade insofismável de que qualquer ser humano está sujeito a “falhar”, isto é, não alcançar a realização dos seus objectivos concretos e justos que seriam uma base forte e firme para alguma felicidade duradoira.
E nem vale a pena apontarem-se os vários nomes que se aplicam ao falhanço. Depende de variadíssimas ocasiões do estado anímico, sentimental ou cívico de muita gente que desanima logo que apenas é anunciada a tempestade.
Indivíduos ou Empresas que fracassam podem estar dependentes dos mais diversos parâmetros e exigências, nem sempre medidas como acções necessárias à ligação entre todos os elementos constitutivos, chamados a fazer engrenar as variadas secções, de modo a haver no grupo um dinamizador que supera, pela sua experiência, competência e personalidade social, as dificuldades que começam a aparecer em muitos sectores vitais.
Antes que chegue a derrocada, é necessário, naturalmente, o consenso que será a cotização de cada um na responsabilidade geral para exemplar funcionamento da dita Empresa.
Mal vai é quando o senso comum se lança no monturo do lixo.
Constatamos, diariamente, que, em todos os cantos, as pessoas supõem um diálogo o qual sirva para se colocarem os dados nas devidas casas e o jogo chegue ao fim com a vitória de algum lado, mas sem quezílias nem rivalidades. Ninguém é mais que ninguém, mas todos possuem uma inteligência que deve ser humilde e dialogante. O acordo é sempre possível entre dois ou mais litigantes desde que cada um não olhe para o outro com a sobranceria do saber e, sobretudo, do dinheiro.
Em qualquer sector, onde se presume diálogo franco, subentende-se que há quem fala e quem ouve, cada um na sua vez.
Esse modo de entendimento mútuo chama-se hombridade, educação, sinceridade, compreensão, aceitação recíproca, cordialidade, correcção fraterna, respeito pelas opiniões alheias, virtudes e dons de cada qual e muitas outras mais atitudes que se vão descobrindo ao longo da convivência.
Falando para pessoas crentes, chamaria, a tudo quanto é união, AMOR.
Na vida social será, possivelmente, o mesmo conceito, ainda que disso não haja o conhecimento e a aceitação nessa grandeza.
No âmbito familiar qual será o elo de união? O Amor. Deus assim criou a família, Homem e Mulher, unidos no vínculo do Amor pela Vida. Essa união nunca foi tida como mera experiência, mas como algo que eleva ambos à categoria de colaboradores no Amor da Criação.
Não sendo vivido com a intensidade devida e decente, o Amor está moribundo, ou mesmo morto, e as novas experiências, feitas de galho em galho, cada um o mais frágil, levarão tudo a acabar estatelado no fosso da frivolidade e imoralidade.
Para uma vivência plena e sentida, haverá de procurar-se o amadurecimento recíproco, fundamentado na humildade e espírito de doação sem reservas nem limites, visando o progresso interior leal e sobrenaturalizado. Aí, quem falha não ama e quem ama vai até ao fim.
Nada acontece por acaso e à primeira vista, quando até um “cego” vê e agradece, espiritualmente, a grandeza de se encontrar como ser humano.
Quando trepava os pinheiros para ver jogar o clube dos pés descalços – eles não tinham chuteiras – da minha aldeia, já ouvia o desabafo triste de quem lamentava não ser marcado um golo com «quase em cima da baliza, falhou o golo e a vitória».
Minuto a minuto, agora, todos nós vamos deparando com a realidade insofismável de que qualquer ser humano está sujeito a “falhar”, isto é, não alcançar a realização dos seus objectivos concretos e justos que seriam uma base forte e firme para alguma felicidade duradoira.
E nem vale a pena apontarem-se os vários nomes que se aplicam ao falhanço. Depende de variadíssimas ocasiões do estado anímico, sentimental ou cívico de muita gente que desanima logo que apenas é anunciada a tempestade.
Indivíduos ou Empresas que fracassam podem estar dependentes dos mais diversos parâmetros e exigências, nem sempre medidas como acções necessárias à ligação entre todos os elementos constitutivos, chamados a fazer engrenar as variadas secções, de modo a haver no grupo um dinamizador que supera, pela sua experiência, competência e personalidade social, as dificuldades que começam a aparecer em muitos sectores vitais.
Antes que chegue a derrocada, é necessário, naturalmente, o consenso que será a cotização de cada um na responsabilidade geral para exemplar funcionamento da dita Empresa.
Mal vai é quando o senso comum se lança no monturo do lixo.
Constatamos, diariamente, que, em todos os cantos, as pessoas supõem um diálogo o qual sirva para se colocarem os dados nas devidas casas e o jogo chegue ao fim com a vitória de algum lado, mas sem quezílias nem rivalidades. Ninguém é mais que ninguém, mas todos possuem uma inteligência que deve ser humilde e dialogante. O acordo é sempre possível entre dois ou mais litigantes desde que cada um não olhe para o outro com a sobranceria do saber e, sobretudo, do dinheiro.
Em qualquer sector, onde se presume diálogo franco, subentende-se que há quem fala e quem ouve, cada um na sua vez.
Esse modo de entendimento mútuo chama-se hombridade, educação, sinceridade, compreensão, aceitação recíproca, cordialidade, correcção fraterna, respeito pelas opiniões alheias, virtudes e dons de cada qual e muitas outras mais atitudes que se vão descobrindo ao longo da convivência.
Falando para pessoas crentes, chamaria, a tudo quanto é união, AMOR.
Na vida social será, possivelmente, o mesmo conceito, ainda que disso não haja o conhecimento e a aceitação nessa grandeza.
No âmbito familiar qual será o elo de união? O Amor. Deus assim criou a família, Homem e Mulher, unidos no vínculo do Amor pela Vida. Essa união nunca foi tida como mera experiência, mas como algo que eleva ambos à categoria de colaboradores no Amor da Criação.
Não sendo vivido com a intensidade devida e decente, o Amor está moribundo, ou mesmo morto, e as novas experiências, feitas de galho em galho, cada um o mais frágil, levarão tudo a acabar estatelado no fosso da frivolidade e imoralidade.
Para uma vivência plena e sentida, haverá de procurar-se o amadurecimento recíproco, fundamentado na humildade e espírito de doação sem reservas nem limites, visando o progresso interior leal e sobrenaturalizado. Aí, quem falha não ama e quem ama vai até ao fim.
Nada acontece por acaso e à primeira vista, quando até um “cego” vê e agradece, espiritualmente, a grandeza de se encontrar como ser humano.

