Alberto Marques
CONVERSAS DA TRETA @ÁGUEDA.PT
23 de abril de 2026O artigo de hoje não versa sobre nenhum tema particularmente pertinente da nossa cidade e concelho, sendo, ao invés, um “pot-pourri” de breves reflexões, de maior ou menor irrelevância, que me vão passando pela cabeça na minha vivência aguedense…
O regresso de Mar-selfie
Como se não bastassem os recorrentes e atávicos dramas das cheias e dos incêndios, Águeda foi agora pioneira em mais uma tragédia de proporções épicas… Não é que o ex-presidente Marcelo Rebelo de Sousa escolheu a nossa cidade para iniciar o seu ciclo de aulas-debate sob o tema “Educação, Vocação, Futuro”? Segundo a imprensa nacional, Marcelo foi recebido com “gritos, beijos, apertos de mão e pedidos de autógrafos”, num clima de enorme euforia. A mim, um desiludido cidadão que nele votou na primeira eleição, dificilmente convencerá; mas lá diz o povo: “Atrás de mim virá quem de mim bom fará”… Quem sabe se o rei da selfies não iniciou em Águeda a reabilitação de uma imagem já muito desgastada?
O triunfo dos ginásios
A avaliar pela proliferação de ginásios em Águeda e arredores, presumo que o fitness esteja a tornar-se no “negócio da década”, talvez a par das novas barbearias. Já perdi o fio à meada à quantidade de ginásios em funcionamento, seja no centro da cidade, nas zonas industriais ou em freguesias vizinhas. E o mais espantoso (ou talvez não…) é que a afluência de utilizadores parece ser elevada em todos eles. Mesmo ao começo do dia, desde as sete da manhã (ou antes), é comum encontrar as ruas e estacionamentos cheios de carros e os ginásios repletos de saudáveis e sorridentes utentes… No dia em que conseguirem convencer alguns crónicos objectores de consciência, em muitos casos, pessoas das que mais precisavam de um reforço de actividade física (como eu próprio), ainda convertem os supermercados em superginásios… Quanto a mim, uma vez, há muitos anos, cheguei a pagar a “jóia de inscrição” num ginásio da cidade. Foi a única vez que lá entrei…
Os encalorados improváveis
Ainda estou para perceber porque é que os muitos imigrantes de origem brasileira que enriquecem a nossa terra com o seu trabalho, a sua alegria e boa disposição, andam por aí de calções, manga curta e havaianas em dias de frio intenso. Vindos de um país de clima quente, na minha ingenuidade sempre pensei que seriam os mais sensíveis ao nosso frio invernoso, reforçando no vestuário… Mas não! Andam pelas ruas como se estivessem em a beber água de coco numa praia do Nordeste brasileiro…
O regresso de Mar-selfie
Como se não bastassem os recorrentes e atávicos dramas das cheias e dos incêndios, Águeda foi agora pioneira em mais uma tragédia de proporções épicas… Não é que o ex-presidente Marcelo Rebelo de Sousa escolheu a nossa cidade para iniciar o seu ciclo de aulas-debate sob o tema “Educação, Vocação, Futuro”? Segundo a imprensa nacional, Marcelo foi recebido com “gritos, beijos, apertos de mão e pedidos de autógrafos”, num clima de enorme euforia. A mim, um desiludido cidadão que nele votou na primeira eleição, dificilmente convencerá; mas lá diz o povo: “Atrás de mim virá quem de mim bom fará”… Quem sabe se o rei da selfies não iniciou em Águeda a reabilitação de uma imagem já muito desgastada?
O triunfo dos ginásios
A avaliar pela proliferação de ginásios em Águeda e arredores, presumo que o fitness esteja a tornar-se no “negócio da década”, talvez a par das novas barbearias. Já perdi o fio à meada à quantidade de ginásios em funcionamento, seja no centro da cidade, nas zonas industriais ou em freguesias vizinhas. E o mais espantoso (ou talvez não…) é que a afluência de utilizadores parece ser elevada em todos eles. Mesmo ao começo do dia, desde as sete da manhã (ou antes), é comum encontrar as ruas e estacionamentos cheios de carros e os ginásios repletos de saudáveis e sorridentes utentes… No dia em que conseguirem convencer alguns crónicos objectores de consciência, em muitos casos, pessoas das que mais precisavam de um reforço de actividade física (como eu próprio), ainda convertem os supermercados em superginásios… Quanto a mim, uma vez, há muitos anos, cheguei a pagar a “jóia de inscrição” num ginásio da cidade. Foi a única vez que lá entrei…
Os encalorados improváveis
Ainda estou para perceber porque é que os muitos imigrantes de origem brasileira que enriquecem a nossa terra com o seu trabalho, a sua alegria e boa disposição, andam por aí de calções, manga curta e havaianas em dias de frio intenso. Vindos de um país de clima quente, na minha ingenuidade sempre pensei que seriam os mais sensíveis ao nosso frio invernoso, reforçando no vestuário… Mas não! Andam pelas ruas como se estivessem em a beber água de coco numa praia do Nordeste brasileiro…

