ENTREVISTA
“É preciso continuar a alimentar a chama da amizade e da paz entre as Bandas de Águeda”
30 de setembro de 2026A celebrar 38 anos de atividade, a União de Bandas de Águeda (UBA) mantém como missão aproximar as seis bandas do concelho e valorizar a música filarmónica. Em entrevista, o presidente António Silva fala do Festival da UBA, que este ano chega a Castanheira do Vouga, dos desafios financeiros que condicionam o futuro das associações e da importância de preservar a relação de amizade e cooperação construída ao longo de quase quatro décadas.
SP - O Festival da UBA sobe este ano a Castanheira do Vouga. O que podemos esperar do espetáculo e o que representa, para a UBA, manter este momento de encontro e celebração da música filarmónica de Águeda?
AS – Tal como a música precisa de treino constante para se aproximar da perfeição, também as boas relações entre as pessoas fortalecem os seus laços, tanto mais, quanto maior e sã for a aproximação; uma leal convivência alimenta a confiança, quiçá, a responsabilidade!
SP - Este festival é também um reflexo do trabalho desenvolvido ao longo do ano. Que balanço faz dos últimos meses na UBA e nas seis bandas que a integram? Quais foram os principais desafios, mas também as conquistas que gostaria de destacar?
AS – O primeiro desafio da UBA foi e continua a ser contribuir com tudo o que tem ao seu alcance, e é muito pouco, para fazer realizações que dignifiquem a música em geral, as Bandas de Águeda em particular para que, entre si e a UBA, haja postura correta e relacionamento sério como garantia de uma harmonia cada vez mais afinada. É para isso que, todos cá estamos cá e trabalhamos!
Leia a entrevista completa na edição n.º 9445 de Soberania do Povo, impressa ou digital

