ECONOMIA
Cidades inteligentes: mobilidade, inclusão e educação entre os desafios identificados pelo BIKiNNOV
05 de novembro de 2026O futuro das cidades inteligentes não depende apenas da tecnologia. Exige planeamento, integração dos transportes, inclusão e participação dos cidadãos. Esta foi uma das conclusões do estudo sobre o futuro das cidades inteligentes, desenvolvido ao longo de três anos pelo BIKiNNOV e apresentado a 28 de outubro, juntamente com um livro colaborativo que reúne os contributos da investigação.
Coordenado por Daniela Herculano e financiado no âmbito da Missão Interface, o projeto envolveu 30 especialistas e cerca de 350 participantes em 12 encontros temáticos. O objetivo foi capacitar o centro tecnológico para apoiar os municípios nos desafios da mobilidade, e não desenvolver uma estratégia de Smart Mobility.
Na sessão de apresentação, Jorge Rodrigues Almeida, managing partner da RDA Climate Solutions e responsável pela revisão técnico-científica do livro, defendeu que a tecnologia deve estar ao serviço das pessoas. “A tecnologia é necessária, mas nós temos que pensar qual é o objetivo”, afirmou, identificando a sustentabilidade, a inclusão e a qualidade de vida como pilares de uma cidade inteligente.
Também a mobilidade não se resume à eletrificação dos veículos. “Uma cidade inteligente é aquela que usa da melhor forma o espaço público”, sustentou, defendendo a mobilidade suave e a articulação dos diferentes transportes, em alternativa à crescente dependência do automóvel.
Leia o artigo completo na edição de 4 de novembro de Soberania do Povo (n.º 9450), impressa ou digital
Coordenado por Daniela Herculano e financiado no âmbito da Missão Interface, o projeto envolveu 30 especialistas e cerca de 350 participantes em 12 encontros temáticos. O objetivo foi capacitar o centro tecnológico para apoiar os municípios nos desafios da mobilidade, e não desenvolver uma estratégia de Smart Mobility.
Na sessão de apresentação, Jorge Rodrigues Almeida, managing partner da RDA Climate Solutions e responsável pela revisão técnico-científica do livro, defendeu que a tecnologia deve estar ao serviço das pessoas. “A tecnologia é necessária, mas nós temos que pensar qual é o objetivo”, afirmou, identificando a sustentabilidade, a inclusão e a qualidade de vida como pilares de uma cidade inteligente.
Também a mobilidade não se resume à eletrificação dos veículos. “Uma cidade inteligente é aquela que usa da melhor forma o espaço público”, sustentou, defendendo a mobilidade suave e a articulação dos diferentes transportes, em alternativa à crescente dependência do automóvel.
Leia o artigo completo na edição de 4 de novembro de Soberania do Povo (n.º 9450), impressa ou digital

