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Casal d'Alvaro: As suas origens, a Banda Alvarense e o 16 de outubro

08 de janeiro de 2025
Para se entender o espírito de Casal d’Álvaro e o contexto em que a “Phylarmonica” nasce, temos de recuar uns tempos. Casal de Álvaro é uma terra medieval. Surgiu nos registos das Inquirições de D. Afonso II, em 1220, e de D. Dinis, em 1282. Teve alguma importância durante 300 anos, com os Senhores de Pombeiro que, no final do Séc. XIV, a partir do 3º Senhor de Pombeiro - D. Álvaro da Cunha - passam a ser Senhores de Casal de Álvaro.


D. Álvaro da Cunha era filho da Rainha Dna Leonor Teles, do seu primeiro casamento com D. João Lourenço da Cunha, casamento anulado por D. Fernando que se “enfeitiçou” por ela. Casal d’Álvaro ganha peso político por Álvaro da Cunha estar ligado ao novo Rei de Portugal, D. João I, Mestre de Avis. Os descendentes de Álvaro continuam ligados a esta terra durante várias gerações.
Em 1519, Casal d’Álvaro adquire um Foral, que lhe granjeia um estatuto considerável. Durante séculos, foi concelho e vila. Casal d’Álvaro tinha a sua importância política, mas não tinha peso eclesiástico, pois não possuía Igreja, nem sequer capela. Tinha uma vida normal daquele tempo, sem a dimensão religiosa. A capela foi construída apenas no século XVII. A padroeira escolhida foi Nª Sª da Conceição, que naquela altura já tinha sido proclamada padroeira de Portugal, por D. João IV, depois da restauração da Independência a 1 de dezembro de 1640.
No século XVII, através dum casamento, as terras dos Cunhas passam para a família Castelo Branco, que as menospreza, e inicia-se uma gradual decadência.
Chegamos ao século XIX, um século cheio de conflitos em Portugal. Em 1826, D. João VI morre e começa a luta entre os irmãos D. Pedro IV, que defendia o liberalismo e a soberania do povo, e D. Miguel, que defendia um reino absolutista. Esta luta origina a Guerra Liberal, que acaba em 1834, com a vitória dos Liberais. As cortes confirmam a regência de D. Pedro IV, mas ele morre um mês depois, e sobe ao trono a sua filha, Dna Maria II. É neste reinado que, em 1835, o liberal Mouzinho da Silveira quer transformar a velha sociedade senhorial na nova sociedade que se exigia neste século, e implementa uma reforma, concluída por Passos Manuel. Muitos concelhos são extintos. Casal d’Álvaro perde o estatuto de concelho, no decreto de 7 de agosto de 1835. O concelho de Águeda nasce nesta altura, é um produto do liberalismo. Perto do século XX, Casal d’Álvaro volta a perder mais um estatuto, deixa de ser vila e passa a aldeia.

DA BANDA DE ÁGUEDA, O ABRAÇO À MÚSICA DOS ALVARENSES

João Tavares Lavoura, meu bisavô, nasceu em 1834, quando a sua terra ainda era concelho e vila e, ao longo da vida, foi vendo a sua querida vila a perder a sua importância.
É por esta altura, nos primeiros anos do século XX, que surge a oportunidade de Casal de Álvaro voltar a ter uma luz de outrora.
João Gonçalves, natural de Bragança, músico reformado da Banda Militar do Porto, onde chegou a contramestre, era maestro da “Música d’Águeda”, no início do Séc. XX. Este maestro comungava dos ideais republicanos, que ganhavam cada vez mais adeptos em todo o território nacional.
A Música d’Águeda tinha como patrono o Conde de Águeda, monárquico do partido Progressista. Eles entram em conflito e, nos primeiros meses do ano de 1905, João Gonçalves sai da Banda d’Águeda. Conhecendo as características dos alvarenses, pergunta a António Pires de Carvalho, um dos alvarenses que tocava na Banda d’Águeda, se queria formar uma “Música” na sua terra. António Pires de Carvalho, também conhecido por António d’Oliveira e por António d’Almeida, disse-lhe que ia falar com o seu pai, Manuel Pires de Carvalho, que tinha uma casa enorme e podia hospedar o maestro sempre que necessário.
A ideia da formação da “Música” foi abraçada pelos alvarenses pois, além da riqueza da instrução musical, levaria o nome de Casal d’Álvaro por essas terras fora, restituindo, de algum modo, o orgulho alvarense. O maestro João Gonçalves teve um papel central, pois possuía instrumentos, o que permitiu à banda iniciar a sua atividade, enquanto ia adquirindo instrumental próprio. A criação da banda foi assegurada por várias pessoas, sobretudo pelas famílias Pires de Carvalho, Tavares Camelo e Fernandes, que estavam interligadas.

NOTÁVEIS AGUEDENSES
PROTETORES DA ALVARENSE

Vários notáveis aguedenses surgem de imediato como protetores da filarmónica alvarense, como o Dr. Eugénio Ribeiro, Manuel Bento Camossa, Francisco Caldeira, Armando Castela, entre outros. No ano anterior, em 1904, estes amigos tinham fundado o jornal Independência d’Águeda, que congregava várias sensibilidades políticas opostas aos progressistas aguedenses. A partir de 1908, o Dr. Eugénio Ribeiro passa a diretor, proprietário e editor, e o jornal assume-se como Semanário Republicano. Através deste jornal, Casal d’Álvaro passa a ter notoriedade, com a divulgação regular dos correspondentes alvarenses. O Dr. Eugénio Ribeiro tinha uma ligação próxima a Casal d’Álvaro, pelas afinidades ideológicas e pelos laços familiares, pois um meio-irmão morava nesta terra, Jeremias de Pinho.
Consta que a primeira lição de música foi dada no dia de S. João e que a reunião onde se decidiu a fundação foi a 25 de agosto. A primeira vez que a filarmónica saiu à rua, aqueles músicos que já saberiam tocar, foi no dia 1 de Dezembro desse ano, a tocar o Hino da Restauração pelas ruas de Casal d’Álvaro. No final de dezembro, a “Música” já tinha 27 elementos. A partir de 1906, é requisitada para tocar nas romarias da região, tendo bastante sucesso.
A banda nasce em 1905, mas apenas foi legalizada em 1910, através da Escritura de “Sociedade Particular Industrial para o Estudo e Execução de Música”, onde descreve os 21 músicos-sócios: 16 moravam em Casal de Álvaro, 2 em Travassô, 1 em Cabanões, 1 em Espinhel e 1 em Oronhe.
A escritura foi elaborada a 7 de abril de 1910, em casa de João Tavares Lavoura, que era pai de três músicos-fundadores, Joaquim Tavares Camelo, António Tavares Camelo e Amândio Tavares Camelo, todos republicanos, tal como a família Pires de Carvalho e boa parte dos alvarenses.
A bandeira da Banda Alvarense é toda vermelha por ser a cor da República. Nesta altura, Joaquim Tavares Camelo, fundador da Banda Alvarense e, mais tarde, da Banda 12 de Abril, estava emigrado no Brasil e, em 1915, envia uma notícia do Rio de Janeiro para o jornal Independência d’Águeda, onde podemos sentir o fervor patriótico dos alvarenses.

A ZANGA QUE DEU EM DEBANDADA

Por limitação financeira, o maestro Gonçalves deixa de dirigir a Música de Casal d’Álvaro em 1910. Ludgero Pinheiro, um dos clarinetistas da Alvarense, natural de Travassô, assume a regência e a banda começa a atrair mais rapazes de Travassô, de Cabanões e Óis da Ribeira.
E chegamos a 16 de Outubro de 1924. Numa festa em Espinhel, origina-se uma zanga e 14 músicos abandonam a Alvarense. A filarmónica passa um mau bocado, pois ficou sem esses músicos, nomeadamente o maestro, e sem os instrumentos, que os tinham levado consigo. Mas a Alvarense dá a volta. Com a sua força de vontade, o seu talento musical e com o apoio dos amigos da região, nomeadamente Manuel Tavares de Carvalho, que estava na América e organizou um peditório, rapidamente se apresentou com todo o seu brilho musical.
As razões da cisão, ninguém poderá afirmar com certeza. Podemos levantar hipóteses, mas serão apenas hipóteses.
Uma coisa é certa, Águeda ficou a ganhar com mais uma banda, que engrandeceu culturalmente o concelho. São filarmónicas com motivações, filosofias e estéticas próprias. Enquanto neto e sobrinho-neto de fundadores das duas bandas, desejo as maiores felicidades para a Orquestra Filarmónica 12 de Abril. Para a Sociedade Musical Alvarense, que continuem a honrar os fundadores desta gloriosa banda, tocando daquela maneira especial, como tão bem sabem.
TIAGO TAVARES ABRANTES

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OPINIÃO | Carlos Abrantes | A Coreia do Norte é fixe
Quando disse aos meus amigos que ia de férias para a Coreia do Norte a reacção não se fez esperar. Para a Coreia do Norte? Tens a certeza que queres ir para a Coreia do Norte? E ficavam a olhar para mim com aquele ar compadecido de quem acha que eu tinha perdido o tino. Com tantos destinos de sol e mar, com Mediterrâneo e Caraíbas, com Brasil e Tailândia eu escolhera a Coreia do Kim Jong-Un, Mr. Rocket Man!
E foi uma óptima escolha.
Aconselho aos ambientalistas do PAN, tão na moda, e aos amantes das grandes causas politicamente correctas, uma estadia naquele paraíso ambiental. Não sofrerão com os engarrafamentos das grandes metrópoles capitalistas porque em Pyongyang, a capital, praticamente não circulam automóveis, nem camiões, nem autocarros. Emissões de carbono zero, ou quase.
Em contrapartida vê-se muita gente a pé, a caminho do trabalho ou de lado nenhum, promovendo um estilo de vida saudável, sem complicações cardiovasculares ou de diabetes. À excepção do “querido líder”, não vi gordos. Uma vitória do povo norte coreano que, desse modo, pode dispensar a existência de serviço nacional de saúde.
Também o regime alimentar muito frugal, pobre em hidratos de carbono, proteínas, gorduras e açúcares, com consumo de carnes vermelhas zero, é um exemplo para o mundo. Daí que seja seguido de perto pela comunidade científica, nomeadamente pela Universidade de Coimbra que, numa atitude pioneira e esclarecida decretou a proibição do consumo de carne de bovino nas cantinas estudantis.
Há, no entanto, um “mas” que perturbará os nossos amigos do PAN. Os Norte coreanos gostam, e consomem, carne de cão. Em ocasiões especiais, é certo, mas comem cão. Sopa de cão, cão guisado, cão frito, mil maneiras de cozinhar cão... Tal como o PAN eles também gostam de animais. Têm uma forma diferente de gostar, mas que gostam, gostam!
E gostam também dos líderes. Não os comem, porque não podem, mas têm um carinho especial pelos líderes. Erguem-lhes estátuas monumentais. Aos três – ao avô, ao pai e ao filho. Uma democracia, nas palavras de Bernardino Soares, transmissível de pais para filhos.
É tudo em grande! São enormes as estátuas, os cemitérios, os edifícios públicos, as bibliotecas, os museus, ou os estádios. E os espectáculos e as manifestações populares de apoio, ou de pesar. E as auto-estradas, ah as auto-estradas! Com três pistas em cada sentido, viajei a partir de Pyongyang para sul até ao paralelo 38 e para norte até Myohyang. Um espanto! Sem portagens nem congestionamentos, sem aselhas nem chico-espertos. Centenas de quilómetros sem um sobressalto ou um acidente. Havia, é certo, o problema do piso esburacado e das lombas, dos peões e das cabras, das bicicletas e dos controles militares, mas fora isso era maravilhoso.
Que sossego, que segurança.
Não admira que me tenha sentido muito seguro. É fácil quando cumprimos as regras, e as regras eram claras. Podíamos circular livremente dentro do hotel. Fora do perímetro do hotel, que estava estrategicamente implantado numa pequena ilha, teríamos de estar SEMPRE acompanhados pelos nossos guias locais.
A Coreia do Norte é fixe, mas nas minhas próximas férias vou para um país democrático. Para desenjoar!
- CARLOS ABRANTES

Quando a governança vira cartel - Parte V
Mostramos, antes de terminar esta rubrica, as 13 baixas de Ministros e Secretários de Estado deste governo da maioria absoluta do Partido Socialista (PS):
1 - Sara Guerreiro, Secretaria de Estado da Igualdade e Migrações – Baixa em 2-5-2022.
2 - Marta Temido, Ministra da Saúde - Baixa em 30-08-2022.
3 - Fátima Fonseca, Secretária de Estado da Saúde - Baixa em 30-8-2022.
4 - António Lacerda Sales, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde - Baixa em 30-8-2022.
5 - Miguel Alves, Secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro - Baixa em 10-11-2022.
6 - Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo - Baixa em 29-11-2022.
7 - João Neves, Secretário de Estado Adjunto e da Economia - Baixa em 29-11-2022.
8 - Alexandra Reis, Secretária de Estado do Tesouro - Baixa em 27-12-2022.
9 - Marina Gonçalves, Secretária de Estado da Habitação - Baixa em 29-12-2022.
10 - Pedro Nuno Santos, Ministro das Infraestruturas e da Habitação - Baixa em 29-12-2022.
11 - Hugo Santos Mendes, Secretário de Estado das Infraestruturas - Baixa em 29-12-2022.
12 - Rui Martinho, Secretário de Estado da Agricultura - Baixa em 4-1-2023.
13 - Carla Alves, Secretária de Estado da Agricultura - Baixa em 5-1-2023.
Tinha razão o Costa quando pediu a maioria absoluta.
O Marajá de São Bento nem precisa, sequer, de negociar à esquerda ou à direita para se tornar num autêntico rei-sol. O Estado sou eu!
Economia: Tortec inaugurou primeira fábrica no Parque Empresarial do Casarão
A Tortec - Tornearia e Peças Técnicas, do Grupo Ciclo-Fapril, inaugurou, na passada sexta-feira, dia 4 de Dezembro, as suas novas instalações no Parque Empresarial do Casarão e será a primeira empresa a instalar-se no novo polo industrial do município.
Carla Santos, directora financeira da Ciclo-Fapril, começou por relevar o desempenho do presidente do município, Gil Nadais, e do seu executivo, que, “em bom rigor, foram os impulsionadores por termos aqui edificado as instalações da Tortec”.
“Mais do que o projecto Tortec, há que enaltecer o esforço e a determinação do presidente da Câmara em fazer de Águeda uma cidade de indústria, de academia e de turismo”, salientou Carla Santos.
“Muito nos honra estar a viver este momento histórico de viragem na dinâmica industrial de Águeda, pois com toda a certeza o concelho vai reflectir a criação de valor que as empresas aqui instaladas vão gerar”, observou a directora financeira da Ciclo-Fapril.
Carla Santos considerou que o facto da Tortec ter sido a primeira empresa a edificar no Parque Empresarial do Casarão, resultou em “dificuldades acrescidas”, sublinhando, em particular, o desempenho do administrador Samuel Santos e do sócio Vitor Antunes, e de “todos os que nos ajudaram a realizar este projecto”.
“Aos nossos colegas de trabalho, esperamos que o transtorno da mudança (que será concretizada na segunda quinzena deste mês) seja superado pelo conforto que estas instalações vos venham a proporcionar. Sabemos que estão motivados com o nosso projecto de trabalho e contamos convosco para dar alma a este edifício”, sublinhou Carla Santos.

Dia muito especial
para Gil Nadais
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, referiu-se a “um dia, muito, muito especial”, considerando que o Parque Empresarial do Casarão foi um projecto “muito sofrido, muito laborioso e só possível graças à colaboração de muitas pessoas”, destacando o trabalho “inexcedível” do aguadense António Figueira, e o desempenho “fundamental” do vereador João Clemente.
O autarca lembrou que “foram adquiridos mais de um milhão de metros quadrados de terrenos” e anunciou que “mais empresas pretendem vir para o Parque Empresarial do Casarão”, pelo que será necessário adquirir mais terrenos.
Gil Nadais anunciou que “o LIDL irá começar a construir, em 2016”, o seu entreposto logístico, e que durante o próximo ano estarão concluídas as estruturas da Triangle´s e da Sakthi (primeiro pavilhão), para relevar um projecto que, disse, “me custou, pessoalmente, alguns comentários mais acintosos”.



Jorge Almeida está esperançado em "derrotar" a Socibeiral no Tribunal
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Jorge Almeida, mostrou-se confiante no diferendo judicial que opõe a autarquia à Socibeiral, relativo à construção de uma central de betão e betuminoso no Parque Empresarial do Casarão (PEC).

O líder do município foi confrontado, na passada segunda-feira, em sede de Assembleia Municipal, pelo líder da bancada do Partido Socialista (PS), José Marques Vidal, que pretendeu saber em que ponto se encontra o processo, que corre, há vários meses, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro.
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Pai Natal gigante de Águeda é candidato a maior do mundo
Um Pai Natal com 21 metros de altura e 250 mil lâmpadas LED de baixo consumo (24 volts), instalado no Largo 1º. de Maio, é a grande atracção da época natalícia, em Águeda.
O município pretende alcançar o reconhecimento pela instalação do “Maior Pai Natal do Mundo em LED's”, assente numa estrutura em alumínio, com altura de sete andares, forrada a tapy.
Para validar e confirmar a obtenção do recorde, será necessária a deslocação a Águeda de um juiz do Guinness World Records, no sentido de verificar todas as características da infraestrutura e de deliberar acerca da atribuição do recorde.
Os custos inerentes a esta candidatura, aprovada ontem (abstenção de Paula Cardoso e voto contra de Miguel Oliveira), dia 1, na reunião do executivo, são de aproximadamente 10.000 euros.
O Pai Natal, sentado numa caixa de presente de 9 por 12 metros, pode ser visitado até ao dia 11 de Janeiro, e a sua instalação obrigou a um investimento de 49.200 euros.
No passado sábado, 28 de Novembro, o presidente do município, Gil Nadais, deu luz às estruturas espalhadas pela cidade que assinalam o Natal, num momento acompanhado por centenas de pessoas.






Samuel Vilela no Conselho Nacional de Juventude
Samuel Vilela, presidente da JSD de Águeda, foi nomeado para a direcção do Conselho Nacional de Juventude (CNJ), assumindo a pasta das Relações Internacionais e a representação nacional junto de instâncias europeias e internacionais.
O CNJ é a plataforma representativa das organizações de juventude a nível nacional, abrangendo as mais diversas expressões do associativismo juvenil (culturais, estudantis, partidárias, ambientais, escutistas, sindicalistas e confessionais).
Samuel Vilela, de 26 anos, encontra-se a frequentar um programa de Doutoramento na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e conta já com uma vasta experiência ao nível associativo e político.
Já presidiu ao Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais, foi vice-presidente da Associação Académica de Coimbra e membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra.
James Arthur está confirmado no Agitágueda 2015
O Agitágueda deste ano vai ter lugar de 4 a 26 de Julho, estando já confirmados os concertos dos D.A.M.A. (dia 4 de Julho), Paulo Gonzo (11), Selah Sue (17), Jimmy P (24) e James Arthur (26), cuja contratação foi aprovada na reunião camarária de ontem, dia 7 de Abril. O executivo aprovou, também, a contratação dos serviços de vigilância e segurança, com ajuste directo à empresa Protek, e o regulamento de participação nos Talentos Agitágueda.