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Casa em Águeda: como evoluíram os preços na última década

03 de setembro de 2025

Quem vive em Águeda sabe bem: comprar ou arrendar casa já não é o que era. Nos cafés, nas reuniões de família ou até nos grupos de WhatsApp, o tema da habitação passou a estar sempre em cima da mesa. Onde antes se falava de casas baratas e acessíveis, hoje fala-se de preços a subir e jovens que adiam a saída de casa dos pais.


Nos últimos dez anos, o mercado imobiliário aguedense mudou de forma evidente. A subida dos preços foi constante e quem andou no terreno, à procura de casa ou a acompanhar filhos e netos nesse processo, percebeu como a realidade se transformou em pouco tempo.


Como era antes


Entre 2015 e 2018, Águeda era um concelho onde comprar casa continuava a ser relativamente barato. Muitas famílias recordam-se de apartamentos vendidos a preços que hoje parecem impossíveis. As casas no centro da cidade tinham valores que rondavam os 600-700 euros por metro quadrado (idealista) e quem optava por freguesias mais afastadas do centro conseguia ainda melhor negócio.


O arrendamento também era uma solução acessível. Um T2 na cidade podia alugar-se por valores a rondar os 300 ou 350 euros. Jovens em início de vida conseguiam arrendar sem grandes dificuldades e havia alguma oferta disponível.


Claro que também havia problemas: muitas casas devolutas, imóveis antigos sem reabilitação e falta de investimento em nova construção. Mas, para quem procurava viver em Águeda, a equação era simples: preços baixos e custos de habitação controlados.



A escalada dos preços


A partir de 2018, a situação começou a mudar. Primeiro devagar, depois de forma mais acelerada. O mercado nacional recuperava da crise e as taxas de juro estavam historicamente baixas, o que facilitava o acesso ao crédito habitação.


Em Águeda, o preço médio subiu para os 850€/m² em 2021(idealista)e continuou a aumentar mesmo durante a pandemia. Longe de travar a procura, os anos de confinamento reforçaram a vontade de muitas famílias em comprar casas maiores ou mais confortáveis.


Os números mais recentes falam por si: em julho de 2025, o preço médio no concelho já estava nos 1.244 €/m² (idealista). Ou seja, em menos de dez anos os valores aumentaram quase 80%. Quem comprou casa em 2015 fez um dos melhores investimentos da vida. Quem procura agora sente bem a diferença.



Arrendamento cada vez mais caro e raro


O arrendamento também mudou de perfil. Se antes havia várias opções a preços razoáveis, hoje a realidade é bem diferente. As rendas subiram de forma significativa e encontrar casa para arrendar em Águeda é uma tarefa difícil.


Na prática, muitas famílias acabam por comprar porque simplesmente não encontram casas para arrendar a preços compatíveis com o orçamento. E os jovens, que antes saíam de casa dos pais com mais facilidade, agora veem-se obrigados a adiar esse passo.


Um T2 que há dez anos custava 300 euros pode hoje ultrapassar facilmente os 600. Não estamos a falar de Lisboa ou Porto: isto é Águeda, mas a mudança é evidente e sentida por todos.



Construção nova: uma gota no oceano


Uma das razões para esta pressão é a falta de construção nova. Nos últimos anos, os números de fogos licenciados e concluídos no concelho foram muito baixos. Em 2021, por exemplo, registaram-se apenas pouco mais de 50 casas novas concluídas.





É manifestamente pouco para responder à procura. Os custos elevados de materiais e mão de obra afastam muitos promotores, e a burocracia não ajuda. Resultado: quem procura casa em Águeda tem de disputar o que já existe no mercado, fazendo subir os preços.


A autarquia tem falado em estratégias de habitação e em reabilitação de imóveis devolutos, mas, na prática, o impacto ainda é limitado. O parque habitacional envelhecido continua a ser uma realidade e a nova construção ainda não ganhou expressão.



O que está por trás desta subida


Se quisermos resumir a realidade em duas frases, ela é esta:



  • A oferta quase não mexe: poucas casas novas, muitas devolutas ainda por recuperar.

  • A procura continua forte: jovens famílias locais, trabalhadores que vêm de fora, e até pessoas que deixam Aveiro e Coimbra para procurar preços mais baixos aqui.


Enquanto estas duas condições se mantiverem — procura alta e oferta limitada — os preços dificilmente vão descer. Podem estabilizar um pouco, sobretudo se as taxas de juro continuam elevadas, mas é pouco provável que regressem aos valores de há dez anos.



O impacto no dia a dia


Estas mudanças têm reflexos diretos na vida das famílias aguedenses. Os jovens enfrentam maiores dificuldades para sair de casa. Muitas famílias optam por procurar em freguesias periféricas, mesmo sabendo que isso implica mais deslocações. Empresas locais relatam também que atrair trabalhadores de fora ficou mais complicado: os salários podem ser competitivos, mas a habitação disponível é escassa e cara - o que faz com que os salários deixem de ser competitivos na perspetiva do agregado familiar.


Tudo isto influencia o tecido social do concelho. A habitação deixou de ser apenas uma conversa de economistas e passou a ser um tema do dia a dia, sentido na pele por cada vez mais pessoas.



Crédito habitação: cada decisão conta


Com preços a subir e oferta escassa no arrendamento, o crédito habitação pesa hoje mais do que nunca na decisão de compra. Já não basta encontrar a casa certa: é fundamental perceber quanto vai pagar por mês, quanto lhe empresta o banco e quais os encargos totais ao longo do contrato.


Porque deve simular antes de avançar


Uma simulação de crédito habitaçãopermite:



  • Comparar propostas entre bancos (TAEG, spread, comissões e seguros associados).

  • Testar cenários de taxa (fixa, mista ou variável) e prazos diferentes.

  • Antecipar o impacto de subidas/descidas da Euribor na prestação.

  • Estimar o custo total do crédito (MTIC) e a sua taxa de esforço.


Para muitas famílias, a diferença entre comprar agora ou esperar 12 meses pode representar milhares de euros. Simular ajuda também a planear: perceber que poupança inicial é necessária, que despesas devem ser ajustadas e que condições terá de cumprir para alcançar a casa desejada. Num mercado em constante mudança, informação e comparações objetivas são a melhor aliada de quem procura casa.


Mudanças no horizonte?


Ninguém pode prever com certezas. O que sabemos é simples: se a procura de habitação se mantiver elevada e a oferta não aumentar de forma visível, a pressão sobre preços tende a manter-se — e, em alguns segmentos, a agravar-se.


Oferta: poucas mudanças à vista



  • Pipeline de construção ainda reduzido e reabilitação lenta.

  • Custos de construção e prazos de licenciamento continuam a travar novos projetos.

  • Programas públicos e iniciativas “build-to-rent” ajudam, mas demoram a chegar ao mercado.



Procura: onde pode (ou não) mexer



  • Taxas de juro (subidas/descidas da Euribor) influenciam prestações e apetite de compra.

  • Condições económicas (emprego, rendimentos, inflação) podem arrefecer ou reforçar a procura.

  • Contexto externo (guerras, instabilidade, recessões) pode levar famílias a adiar decisões.

  • Mobilidade residencial (migração interna/regional) mantém Águeda na órbita de Aveiro/Coimbra.



O que vale a pena acompanhar



  • Euribor, spreads e TAEG médias.

  • Licenças e fogos concluídos no concelho.

  • €/m², rendas e tempo médio no mercado.

  • Medidas municipais/estatais para reabilitação e habitação acessível.


Em síntese: enquanto a oferta não reagir e a procura se mantiver, não é expectável uma descida estrutural dos preços. Planeamento, comparações e simulações de crédito continuam a ser as melhores ferramentas para decidir bem.


Disclaimer (informação importante)


Este artigo, bem como as ferramentas, simuladores e links referidos, têm caráter meramente informativo. Não constituem aconselhamento financeiro, fiscal ou jurídico, nem oferta, recomendação ou intermediação de crédito. Confirme sempre condições e dados junto das entidades competentes ou de um profissional habilitado.

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OPINIÃO | Carlos Abrantes | A Coreia do Norte é fixe
Quando disse aos meus amigos que ia de férias para a Coreia do Norte a reacção não se fez esperar. Para a Coreia do Norte? Tens a certeza que queres ir para a Coreia do Norte? E ficavam a olhar para mim com aquele ar compadecido de quem acha que eu tinha perdido o tino. Com tantos destinos de sol e mar, com Mediterrâneo e Caraíbas, com Brasil e Tailândia eu escolhera a Coreia do Kim Jong-Un, Mr. Rocket Man!
E foi uma óptima escolha.
Aconselho aos ambientalistas do PAN, tão na moda, e aos amantes das grandes causas politicamente correctas, uma estadia naquele paraíso ambiental. Não sofrerão com os engarrafamentos das grandes metrópoles capitalistas porque em Pyongyang, a capital, praticamente não circulam automóveis, nem camiões, nem autocarros. Emissões de carbono zero, ou quase.
Em contrapartida vê-se muita gente a pé, a caminho do trabalho ou de lado nenhum, promovendo um estilo de vida saudável, sem complicações cardiovasculares ou de diabetes. À excepção do “querido líder”, não vi gordos. Uma vitória do povo norte coreano que, desse modo, pode dispensar a existência de serviço nacional de saúde.
Também o regime alimentar muito frugal, pobre em hidratos de carbono, proteínas, gorduras e açúcares, com consumo de carnes vermelhas zero, é um exemplo para o mundo. Daí que seja seguido de perto pela comunidade científica, nomeadamente pela Universidade de Coimbra que, numa atitude pioneira e esclarecida decretou a proibição do consumo de carne de bovino nas cantinas estudantis.
Há, no entanto, um “mas” que perturbará os nossos amigos do PAN. Os Norte coreanos gostam, e consomem, carne de cão. Em ocasiões especiais, é certo, mas comem cão. Sopa de cão, cão guisado, cão frito, mil maneiras de cozinhar cão... Tal como o PAN eles também gostam de animais. Têm uma forma diferente de gostar, mas que gostam, gostam!
E gostam também dos líderes. Não os comem, porque não podem, mas têm um carinho especial pelos líderes. Erguem-lhes estátuas monumentais. Aos três – ao avô, ao pai e ao filho. Uma democracia, nas palavras de Bernardino Soares, transmissível de pais para filhos.
É tudo em grande! São enormes as estátuas, os cemitérios, os edifícios públicos, as bibliotecas, os museus, ou os estádios. E os espectáculos e as manifestações populares de apoio, ou de pesar. E as auto-estradas, ah as auto-estradas! Com três pistas em cada sentido, viajei a partir de Pyongyang para sul até ao paralelo 38 e para norte até Myohyang. Um espanto! Sem portagens nem congestionamentos, sem aselhas nem chico-espertos. Centenas de quilómetros sem um sobressalto ou um acidente. Havia, é certo, o problema do piso esburacado e das lombas, dos peões e das cabras, das bicicletas e dos controles militares, mas fora isso era maravilhoso.
Que sossego, que segurança.
Não admira que me tenha sentido muito seguro. É fácil quando cumprimos as regras, e as regras eram claras. Podíamos circular livremente dentro do hotel. Fora do perímetro do hotel, que estava estrategicamente implantado numa pequena ilha, teríamos de estar SEMPRE acompanhados pelos nossos guias locais.
A Coreia do Norte é fixe, mas nas minhas próximas férias vou para um país democrático. Para desenjoar!
- CARLOS ABRANTES

Quando a governança vira cartel - Parte V
Mostramos, antes de terminar esta rubrica, as 13 baixas de Ministros e Secretários de Estado deste governo da maioria absoluta do Partido Socialista (PS):
1 - Sara Guerreiro, Secretaria de Estado da Igualdade e Migrações – Baixa em 2-5-2022.
2 - Marta Temido, Ministra da Saúde - Baixa em 30-08-2022.
3 - Fátima Fonseca, Secretária de Estado da Saúde - Baixa em 30-8-2022.
4 - António Lacerda Sales, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde - Baixa em 30-8-2022.
5 - Miguel Alves, Secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro - Baixa em 10-11-2022.
6 - Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo - Baixa em 29-11-2022.
7 - João Neves, Secretário de Estado Adjunto e da Economia - Baixa em 29-11-2022.
8 - Alexandra Reis, Secretária de Estado do Tesouro - Baixa em 27-12-2022.
9 - Marina Gonçalves, Secretária de Estado da Habitação - Baixa em 29-12-2022.
10 - Pedro Nuno Santos, Ministro das Infraestruturas e da Habitação - Baixa em 29-12-2022.
11 - Hugo Santos Mendes, Secretário de Estado das Infraestruturas - Baixa em 29-12-2022.
12 - Rui Martinho, Secretário de Estado da Agricultura - Baixa em 4-1-2023.
13 - Carla Alves, Secretária de Estado da Agricultura - Baixa em 5-1-2023.
Tinha razão o Costa quando pediu a maioria absoluta.
O Marajá de São Bento nem precisa, sequer, de negociar à esquerda ou à direita para se tornar num autêntico rei-sol. O Estado sou eu!
Economia: Tortec inaugurou primeira fábrica no Parque Empresarial do Casarão
A Tortec - Tornearia e Peças Técnicas, do Grupo Ciclo-Fapril, inaugurou, na passada sexta-feira, dia 4 de Dezembro, as suas novas instalações no Parque Empresarial do Casarão e será a primeira empresa a instalar-se no novo polo industrial do município.
Carla Santos, directora financeira da Ciclo-Fapril, começou por relevar o desempenho do presidente do município, Gil Nadais, e do seu executivo, que, “em bom rigor, foram os impulsionadores por termos aqui edificado as instalações da Tortec”.
“Mais do que o projecto Tortec, há que enaltecer o esforço e a determinação do presidente da Câmara em fazer de Águeda uma cidade de indústria, de academia e de turismo”, salientou Carla Santos.
“Muito nos honra estar a viver este momento histórico de viragem na dinâmica industrial de Águeda, pois com toda a certeza o concelho vai reflectir a criação de valor que as empresas aqui instaladas vão gerar”, observou a directora financeira da Ciclo-Fapril.
Carla Santos considerou que o facto da Tortec ter sido a primeira empresa a edificar no Parque Empresarial do Casarão, resultou em “dificuldades acrescidas”, sublinhando, em particular, o desempenho do administrador Samuel Santos e do sócio Vitor Antunes, e de “todos os que nos ajudaram a realizar este projecto”.
“Aos nossos colegas de trabalho, esperamos que o transtorno da mudança (que será concretizada na segunda quinzena deste mês) seja superado pelo conforto que estas instalações vos venham a proporcionar. Sabemos que estão motivados com o nosso projecto de trabalho e contamos convosco para dar alma a este edifício”, sublinhou Carla Santos.

Dia muito especial
para Gil Nadais
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, referiu-se a “um dia, muito, muito especial”, considerando que o Parque Empresarial do Casarão foi um projecto “muito sofrido, muito laborioso e só possível graças à colaboração de muitas pessoas”, destacando o trabalho “inexcedível” do aguadense António Figueira, e o desempenho “fundamental” do vereador João Clemente.
O autarca lembrou que “foram adquiridos mais de um milhão de metros quadrados de terrenos” e anunciou que “mais empresas pretendem vir para o Parque Empresarial do Casarão”, pelo que será necessário adquirir mais terrenos.
Gil Nadais anunciou que “o LIDL irá começar a construir, em 2016”, o seu entreposto logístico, e que durante o próximo ano estarão concluídas as estruturas da Triangle´s e da Sakthi (primeiro pavilhão), para relevar um projecto que, disse, “me custou, pessoalmente, alguns comentários mais acintosos”.



Jorge Almeida está esperançado em "derrotar" a Socibeiral no Tribunal
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Jorge Almeida, mostrou-se confiante no diferendo judicial que opõe a autarquia à Socibeiral, relativo à construção de uma central de betão e betuminoso no Parque Empresarial do Casarão (PEC).

O líder do município foi confrontado, na passada segunda-feira, em sede de Assembleia Municipal, pelo líder da bancada do Partido Socialista (PS), José Marques Vidal, que pretendeu saber em que ponto se encontra o processo, que corre, há vários meses, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro.
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Pai Natal gigante de Águeda é candidato a maior do mundo
Um Pai Natal com 21 metros de altura e 250 mil lâmpadas LED de baixo consumo (24 volts), instalado no Largo 1º. de Maio, é a grande atracção da época natalícia, em Águeda.
O município pretende alcançar o reconhecimento pela instalação do “Maior Pai Natal do Mundo em LED's”, assente numa estrutura em alumínio, com altura de sete andares, forrada a tapy.
Para validar e confirmar a obtenção do recorde, será necessária a deslocação a Águeda de um juiz do Guinness World Records, no sentido de verificar todas as características da infraestrutura e de deliberar acerca da atribuição do recorde.
Os custos inerentes a esta candidatura, aprovada ontem (abstenção de Paula Cardoso e voto contra de Miguel Oliveira), dia 1, na reunião do executivo, são de aproximadamente 10.000 euros.
O Pai Natal, sentado numa caixa de presente de 9 por 12 metros, pode ser visitado até ao dia 11 de Janeiro, e a sua instalação obrigou a um investimento de 49.200 euros.
No passado sábado, 28 de Novembro, o presidente do município, Gil Nadais, deu luz às estruturas espalhadas pela cidade que assinalam o Natal, num momento acompanhado por centenas de pessoas.






Samuel Vilela no Conselho Nacional de Juventude
Samuel Vilela, presidente da JSD de Águeda, foi nomeado para a direcção do Conselho Nacional de Juventude (CNJ), assumindo a pasta das Relações Internacionais e a representação nacional junto de instâncias europeias e internacionais.
O CNJ é a plataforma representativa das organizações de juventude a nível nacional, abrangendo as mais diversas expressões do associativismo juvenil (culturais, estudantis, partidárias, ambientais, escutistas, sindicalistas e confessionais).
Samuel Vilela, de 26 anos, encontra-se a frequentar um programa de Doutoramento na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e conta já com uma vasta experiência ao nível associativo e político.
Já presidiu ao Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais, foi vice-presidente da Associação Académica de Coimbra e membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra.
James Arthur está confirmado no Agitágueda 2015
O Agitágueda deste ano vai ter lugar de 4 a 26 de Julho, estando já confirmados os concertos dos D.A.M.A. (dia 4 de Julho), Paulo Gonzo (11), Selah Sue (17), Jimmy P (24) e James Arthur (26), cuja contratação foi aprovada na reunião camarária de ontem, dia 7 de Abril. O executivo aprovou, também, a contratação dos serviços de vigilância e segurança, com ajuste directo à empresa Protek, e o regulamento de participação nos Talentos Agitágueda.