ENTREVISTA
“O Green Leaf 2026 obriga-nos a ser consequentes”
07 de janeiro de 2026Reconhecida como Cidade Verde Europeia em 2026, Águeda assume a distinção como responsabilidade e não como ponto de chegada. Em entrevista, o presidente da Câmara, Jorge Almeida (JA), traça a estratégia ambiental do município, defendendo a renaturalização dos rios, rejeitando intervenções artificiais, assumindo metas no âmbito do Green Leaf e apontando falhas estruturais no modelo regional de gestão de resíduos, que considera injusto para os municípios. Entre ambição ambiental, constrangimentos institucionais e exigência de maior cidadania, o autarca garante que “o tempo das intervenções pontuais terminou” e que Águeda quer continuar a liderar pelo exemplo.
SP - Águeda assume e o título de Cidade Verde Europeia. Mais do que um reconhecimento, que responsabilidades concretas acarreta este estatuto para o município e que metas ambientais quer atingir?
JA - É, antes de mais, uma distinção absolutamente extraordinária para Águeda, um momento marcante e que acarreta uma responsabilidade muito clara. Este reconhecimento resulta de um trabalho consistente que o Município tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos. Agora, o nosso compromisso é sermos consequentes e mostrar, com coerência e ambição, aquilo que já somos e, simultaneamente, aprofundar o caminho já feito.
Leia a entrevista completa na edição n.º 9410 de Soberania do Povo

