LITERATURA
“O Lixo dos Outros”… ou o lixo nosso que daria para nos afogarmos nele
14 de julho de 2023“Produzimos por ano lixo suficiente para nos afogarmos”, afirmou João Albano Fernandes, autor do premiado livro ‘O Lixo dos Outros’, durante a apresentação da obra literária - a terceira deste aguedense de Aguada de Cima - na Biblioteca Manuel Alegre.
“O Lixo dos Outros” tem como personagem principal Florêncio. Trabalha na recolha do lixo, “um trabalho invisível - só não o é quando não é feita - e desconsiderado”. João Albano Fernandes verte neste seu romance friccionado, observações e reflexões sobre uma problemática atual e preocupante.
A obra, vencedora do Prémio Nacional de Literatura do Lions de Portugal, foi lançada na Feira do Livro em Lisboa. Esta apresentação foi a primeira a ser promovida e nasceu da vontade do autor em que fosse na sua terra natal.
“Fazia todo o sentido que este meu terceiro livro tivesse a sua primeira apresentação junto das pessoas que fizeram parte da minha vida”, referiu João Albano Fernandes, que teve os pais - “alicerces mais importantes da minha vida” - na primeira fila de uma sala completamente lotada. Manuel Alegre, o patrono da biblioteca, também não foi esquecido: “um dos maiores vultos da nossa literatura, um aguedense como eu, com a curiosidade de fazermos anos no mesmo dia. Separam-nos 53 anos!”
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“O Lixo dos Outros” tem como personagem principal Florêncio. Trabalha na recolha do lixo, “um trabalho invisível - só não o é quando não é feita - e desconsiderado”. João Albano Fernandes verte neste seu romance friccionado, observações e reflexões sobre uma problemática atual e preocupante.
A obra, vencedora do Prémio Nacional de Literatura do Lions de Portugal, foi lançada na Feira do Livro em Lisboa. Esta apresentação foi a primeira a ser promovida e nasceu da vontade do autor em que fosse na sua terra natal.
“Fazia todo o sentido que este meu terceiro livro tivesse a sua primeira apresentação junto das pessoas que fizeram parte da minha vida”, referiu João Albano Fernandes, que teve os pais - “alicerces mais importantes da minha vida” - na primeira fila de uma sala completamente lotada. Manuel Alegre, o patrono da biblioteca, também não foi esquecido: “um dos maiores vultos da nossa literatura, um aguedense como eu, com a curiosidade de fazermos anos no mesmo dia. Separam-nos 53 anos!”
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