Nuno Simões de Melo .. Opinião à direita
NEGÓCIOS DOS INCÊNDIOS RURAIS
09 de abril de 2026Iniciaram-se as audições a entidades ligadas ao estudo, gestão e combate aos incêndios no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre os negócios dos incêndios rurais entre 2017 e 2025. Esta CPI foi constituída potestativamente pelo Grupo Parlamentar do Partido CHEGA, ou seja, sem hipótese de rejeição pelos restantes partidos.
O objeto desta comissão parlamentar de inquérito é abrangente e vai desde a avaliação e investigação da utilização de fundos públicos destinados ao combate aos incêndios rurais, tendo em conta a adjudicação de meios aéreos, ou violação da concorrência com proveitos ilícitos, até à análise do processo de gestão, prevenção e combate aos incêndios, passando pelos interesses económicos que possam estar por trás desta catástrofe que teima em repetir-se ano após ano, bem como analisar as falhas nos avisos às populações e na rede SIRESP, criada precisamente para servir de rede de emergência nacional.
Esta CPI foi criada de forma potestativa, pois os grupos parlamentares dos partidos constituintes do “bloco central” se mostraram contrários à sua formação. Sendo requerida desta forma, torna-se obrigatória a sua constituição. Tal prerrogativa é permitida a cada grupo parlamentar somente uma vez em cada sessão legislativa. O Partido CHEGA considerou este tema suficientemente relevante para avançar com essa figura regimental já nesta sessão legislativa.
A Comissão tem 180 dias, prorrogáveis por mais 90, para apresentar as suas conclusões, em forma de relatório, a ser votado em sessão plenária.
Estamos certos de que da análise das audições, sejam elas escritas ou efetuadas de forma presencial, irão resultar conclusões sobre os interesses que podem existir por trás destes eventos, extremamente violentos e traumatizantes para as populações onde, por vezes, veem esfumar-se o fruto do trabalho de uma vida.
O Partido CHEGA teve isso bem ciente quando requereu a comissão. Já os “partidos do sistema” se mostraram relutantes ou mesmo em oposição à pretensão. Porquê? Porque não quiseram os partidos do “bloco central” apoiar a constituição desta CPI? Porque se opuseram? Porque tentaram arranjar “mil e uma desculpas” para que a comissão não avançasse?
Sabendo-se o objeto da comissão parlamentar de inquérito, talvez se possa compreender porquê.
Agora é deixar correr as audições, estar atento e, no final concluiremos.
Para já, fica uma certeza, existe quem mostra coragem e não tem medo de afrontar o “sistema” ou os seus protetores!!!
O objeto desta comissão parlamentar de inquérito é abrangente e vai desde a avaliação e investigação da utilização de fundos públicos destinados ao combate aos incêndios rurais, tendo em conta a adjudicação de meios aéreos, ou violação da concorrência com proveitos ilícitos, até à análise do processo de gestão, prevenção e combate aos incêndios, passando pelos interesses económicos que possam estar por trás desta catástrofe que teima em repetir-se ano após ano, bem como analisar as falhas nos avisos às populações e na rede SIRESP, criada precisamente para servir de rede de emergência nacional.
Esta CPI foi criada de forma potestativa, pois os grupos parlamentares dos partidos constituintes do “bloco central” se mostraram contrários à sua formação. Sendo requerida desta forma, torna-se obrigatória a sua constituição. Tal prerrogativa é permitida a cada grupo parlamentar somente uma vez em cada sessão legislativa. O Partido CHEGA considerou este tema suficientemente relevante para avançar com essa figura regimental já nesta sessão legislativa.
A Comissão tem 180 dias, prorrogáveis por mais 90, para apresentar as suas conclusões, em forma de relatório, a ser votado em sessão plenária.
Estamos certos de que da análise das audições, sejam elas escritas ou efetuadas de forma presencial, irão resultar conclusões sobre os interesses que podem existir por trás destes eventos, extremamente violentos e traumatizantes para as populações onde, por vezes, veem esfumar-se o fruto do trabalho de uma vida.
O Partido CHEGA teve isso bem ciente quando requereu a comissão. Já os “partidos do sistema” se mostraram relutantes ou mesmo em oposição à pretensão. Porquê? Porque não quiseram os partidos do “bloco central” apoiar a constituição desta CPI? Porque se opuseram? Porque tentaram arranjar “mil e uma desculpas” para que a comissão não avançasse?
Sabendo-se o objeto da comissão parlamentar de inquérito, talvez se possa compreender porquê.
Agora é deixar correr as audições, estar atento e, no final concluiremos.
Para já, fica uma certeza, existe quem mostra coragem e não tem medo de afrontar o “sistema” ou os seus protetores!!!

